Saiba quanto tempo dura um consórcio de carro, entenda os prazos reais e veja dicas para ser contemplado antes do fim do grupo. Quanto tempo dura um consórcio de carro? Essa é uma dúvida comum para quem deseja fugir dos juros altos e ainda assim conquistar um veículo novo sem apertar o orçamento. Segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), a média de duração dos grupos de consórcio para veículos gira em torno de 60 a 80 meses, dependendo do valor da carta de crédito e da administradora envolvida. Mas será que você precisa esperar esse tempo todo? Existe alguma forma de antecipar a contemplação? Vale a pena entrar agora, ou é melhor esperar? Neste guia direto e objetivo, você vai entender exatamente quanto tempo leva para completar um consórcio, quais fatores influenciam esse prazo, e como tomar decisões mais estratégicas para antecipar a conquista do seu carro sem cair em promessas vazias. Se você já pensou em entrar em um consórcio, mas ficou na dúvida sobre quanto tempo precisaria esperar para dirigir seu carro novo, este conteúdo foi feito para você. Não perca esta oportunidade de entender, com clareza e sem enrolação, como funciona o tempo real de um consórcio e como usá-lo a seu favor. Quanto tempo dura um consórcio de carro na prática? A duração de um consórcio de carro pode variar entre 36 e até 100 meses, dependendo do valor da carta de crédito, do tipo de grupo e da administradora responsável pela operação. Segundo a ABAC, a média de duração para consórcios de veículos leves gira em torno de 72 a 80 meses, o que representa aproximadamente 6 a 7 anos. Mas isso não significa que todos os consórcios seguirão esse mesmo prazo. Muitos grupos são formados com prazos predefinidos. Veja exemplos reais: Valor da Carta de Crédito Duração Comum Tipo de Grupo R$ 30.000 36 ou 48 meses Consórcios rápidos R$ 50.000 a R$ 80.000 60 a 80 meses Grupos tradicionais R$ 100.000 ou mais 84 a 100 meses Grupos de longo prazo O tempo do consórcio depende da administradora? Sim, e esse é um ponto crucial que muitas pessoas ignoram. Cada administradora cria seus grupos com prazos específicos, de acordo com seu planejamento comercial, público-alvo e valor de carta de crédito oferecido. Por exemplo: Além disso, algumas administradoras permitem que você antecipe o fim do consórcio por meio de lances ou quitação total da cota. Outras têm regras mais rígidas que seguem exatamente o prazo original do grupo. Por isso, antes de entrar, analise: Quanto tempo dura um consórcio de carro? Pode ser 36, 60, 72, 80 ou até 100 meses — o número exato depende da administradora, do grupo e do valor contratado. Ao escolher com atenção, você pode alinhar o prazo do consórcio ao seu planejamento financeiro, evitando surpresas e aumentando suas chances de contemplação no momento certo. Quanto tempo demora um consórcio auto até a contemplação? A dúvida quanto tempo demora um consórcio de carro para contemplar é uma das mais importantes para quem está avaliando essa modalidade. O tempo total do grupo é definido no contrato com o banco do consórcio e pode chegar a 100 meses, conforme já citado anteriormente. Porém, o tempo real de contemplação varia para cada participante. Isso acontece porque a contemplação depende de duas possibilidades principais: sorteio ou oferta de lance. Em ambos os casos, o participante pode ser contemplado logo no início, no meio do plano ou apenas no final. Tempo total do consórcio não é o tempo de contemplação Ao entrar em um grupo, o consumidor recebe um número de cota e participa de assembleias mensais. Essas reuniões são o momento em que ocorrem os sorteios e os lances. Ainda que o grupo tenha prazo de 80 meses, por exemplo, a contemplação pode acontecer a qualquer momento durante esse período. É comum que consorciados fiquem até o final do grupo sem serem sorteados ou não consigam dar um lance vencedor. Em outros casos, há quem seja contemplado no primeiro mês. Essa imprevisibilidade exige planejamento. Sorteio: todos têm chances iguais, mas o fator é aleatório O sorteio é baseado na Loteria Federal, com regras claras e auditáveis. A administradora utiliza os números sorteados como referência para escolher a cota contemplada. Esse processo é considerado democrático, pois todos os consorciados têm chance igual de serem sorteados, independentemente do número de parcelas pagas. No entanto, como depende do acaso, não há como prever quando o sorteio beneficiará uma cota específica. De acordo com a ABAC, mais de 50% dos consorciados são contemplados por sorteio até o 40º mês em grupos de 80 meses. Mesmo assim, essa não é uma garantia individual. Lance: alternativa mais rápida para obter a carta de crédito Para quem não quer contar apenas com a sorte, o lance é a melhor estratégia. Funciona como um leilão: vence quem oferece o maior valor, respeitando as regras do grupo. Esse valor pode ser pago à parte ou, em alguns casos, embutido na carta de crédito. Os lances podem reduzir o tempo de espera para menos da metade do prazo do grupo, desde que o valor ofertado esteja acima da média dos demais participantes. Entender como esse processo funciona, os tipos de lance aceitos e o momento ideal para ofertar é fundamental para aumentar as chances de contemplação. Um exemplo claro disso pode ser encontrado neste guia prático sobre lances em consórcio, que explica como agir com segurança e estratégia. Ou seja: o tempo de contemplação depende da estratégia O consórcio é uma forma segura de comprar um carro, mas não é possível saber com precisão quanto tempo demora um consórcio de carro para contemplar. Isso depende da sua sorte nos sorteios e da força do seu lance nas assembleias. Se a intenção é antecipar a conquista do carro, é essencial: A escolha da administradora, o tipo de grupo e o perfil dos participantes também influenciam diretamente no tempo real de contemplação. O que afeta o tempo de contemplação no consórcio?
Seguro auto flexível: escolha a sua melhor proteção
Quer liberdade para contratar seu seguro? Conheça o seguro auto flexível com coberturas moduláveis e benefícios reais. 100% digital. Seguro auto flexível é a escolha ideal para quem deseja proteção com liberdade. Mas será que todos os motoristas sabem disso? Segundo estimativas recentes levantadas pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), 41% dos brasileiros ainda não possuem seguro para o carro, e um dos principais motivos apontados é o modelo engessado dos contratos tradicionais. Você também já pensou em desistir de contratar um seguro só por não querer se prender a um plano fixo? Muitos condutores estão buscando alternativas que se ajustem à rotina, ao bolso e ao uso real do veículo — e o modelo flexível surge como resposta direta a essa necessidade. Neste conteúdo, você vai descobrir como funciona o seguro auto flexível, quem pode contratar, quais são os benefícios reais e por que essa pode ser a escolha mais inteligente para contratar hoje. Prepare-se para entender, de forma objetiva, como transformar a forma como você protege seu carro — sem burocracia e sem desperdício. Quer descobrir se o seguro auto flexível realmente vale a pena para você? Continue lendo e tire essa dúvida com base em fatos, vantagens reais e exemplos práticos. O que é seguro auto flexível e por que ele está mudando o mercado? Seguro auto flexível é um modelo de contratação que permite ao motorista ajustar o plano de proteção do carro conforme sua rotina, necessidade e uso real do veículo. Ao contrário dos seguros tradicionais, que exigem contratos anuais e padronizados, o modelo flexível oferece opções mensais, com possibilidade de renovação automática e cancelamento sem multas. O interesse nesse tipo de seguro cresce à medida que o comportamento do consumidor se transforma. As pessoas querem controle. Querem pagar pelo que usam. E querem liberdade para mudar de plano sem burocracia. Segundo dados da McKinsey & Company, 55% dos consumidores consideram que modelos sob demanda são mais atrativos do que contratos fixos, especialmente entre os motoristas de até 35 anos. Além disso, segundo a CNseg, o setor de seguros registrou aumento de 18% nas contratações digitais em 2023, evidenciando a preferência por formatos mais práticos e adaptáveis. O mercado já responde a esse movimento. Seguradoras como Azul, Porto Seguro e Zurich passaram a oferecer versões modulares, com foco em personalização e contratos mais curtos. A flexibilidade se tornou um diferencial competitivo. Você também prefere contratar um seguro que se adapta à sua vida, e não o contrário? Como funciona um seguro auto flexível na prática? O funcionamento de um seguro auto flexível é simples. O cliente escolhe um plano com coberturas essenciais, contrata de forma digital e paga mensalmente, com a possibilidade de incluir ou remover serviços a qualquer momento. Tudo acontece sem fidelização, sem multa por cancelamento e com liberação quase imediata da cobertura após a vistoria. Veja como geralmente funciona o processo: Exemplo real: Um motorista que usa o carro apenas nos fins de semana pode escolher um plano com cobertura reduzida durante a semana e ampliar nos períodos de uso intenso. Se o veículo fica parado por um tempo, ele pode pausar ou reduzir o seguro. Isso não é possível em modelos tradicionais. Esse tipo de flexibilidade permite economia real e mais controle sobre os gastos. Ficou interessado na contratação de um seguro realmente flexível? O seguro por assinatura da Azul pode ser a opção perfeita! Diferenças entre o seguro auto tradicional e o seguro auto flexível Muitos motoristas ainda confundem os modelos. Por isso, abaixo está uma comparação objetiva entre os dois formatos: Característica Seguro Auto Tradicional Seguro Auto Flexível Tipo de contrato Anual, com fidelização Mensal, sem fidelização Cancelamento Pode ter multa ou carência Livre, sem custo adicional Cobertura Padrão, definida no início Personalizável e ajustável Forma de contratação Corretor ou presencial Online, direto pelo site ou app Pagamento Parcelas fixas anuais Pagamento recorrente mensal Indicado para Motoristas com rotina previsível Usuários com rotina variável Ajuste ao longo do tempo Difícil ou limitado Rápido e sem burocracia Segundo um estudo da Accenture, 77% dos consumidores dizem que prefeririam pagar por seguro baseado no uso real, e 64% aceitariam planos flexíveis se pudessem controlá-los digitalmente. O modelo tradicional ainda é relevante para quem prefere estabilidade e pacotes completos. Mas o modelo flexível é a resposta direta às novas exigências do consumidor conectado, que valoriza autonomia e economia. Quem pode contratar um seguro auto flexível hoje? Nem todo motorista pode contratar um seguro auto flexível, e entender os critérios é essencial antes de solicitar uma cotação. As seguradoras impõem algumas condições para garantir viabilidade técnica e precificação justa. Perfil de aceitação mais comum: Exemplo prático de elegibilidade: Marcos tem um Renault Kwid 2021, que utiliza para ir ao trabalho e realizar tarefas do dia a dia. Ele mora em São Paulo e o carro é de uso exclusivo da família. Nesse cenário, ele pode contratar um plano flexível, escolher coberturas essenciais e pagar apenas pelos meses de uso mais intenso, como viagens de férias ou longos deslocamentos. Já Júlia, que trabalha com transporte por aplicativo em um Corolla 2020, pode ter restrições. Algumas seguradoras exigem planos específicos para uso comercial e não oferecem as mesmas condições do seguro flexível padrão. Quais coberturas estão disponíveis em um seguro auto flexível? O seguro auto flexível oferece as principais coberturas que um motorista espera, mas com a possibilidade de selecionar apenas as que fazem sentido para o seu perfil. Coberturas básicas mais comuns: Serviços complementares geralmente oferecidos: Diferenciais modernos e competitivos: O cliente pode contratar apenas a proteção contra terceiros ou incluir todas as coberturas disponíveis, pagando proporcionalmente. A grande vantagem está na liberdade de montar o plano de acordo com o uso real do veículo. Seguro auto flexível vale a pena para todos os motoristas? O modelo seguro auto flexível não é ideal para todos, mas atende muito bem a determinados perfis. O custo-benefício varia conforme o estilo de vida, frequência de uso e tolerância a riscos. Quando vale a pena contratar um
A Azul Seguros cobre conserto de maçaneta? Entenda!
Saiba se a Azul Seguros cobre conserto de maçaneta, quais são as condições e como solicitar esse tipo de reparo pelo seguro. A Azul Seguros cobre conserto de maçaneta? Essa é uma dúvida comum entre segurados que enfrentam pequenos danos no carro, mas não sabem ao certo se esse tipo de reparo entra na cobertura. De acordo com dados do setor, cerca de 38% dos chamados de assistência envolvem avarias em partes externas do veículo, incluindo retrovisores, maçanetas e vidros quebrados. Você já passou pela situação de ter a maçaneta forçada, danificada por tentativa de furto ou mesmo quebrada por desgaste? Será que o seguro cobre esse tipo de dano? Ou será necessário arcar com o custo por conta própria? Neste artigo, vamos responder com clareza o que a Azul Seguros realmente cobre, em que situações a maçaneta entra na cobertura, e o que você pode fazer para solicitar esse reparo. Vamos direto ao ponto, com base nas apólices e orientações reais da seguradora. Fique atento, porque perder essa informação pode custar mais do que você imagina. A Azul Seguros cobre conserto de maçaneta? Essa é uma dúvida comum entre segurados. E faz sentido: o conserto de uma maçaneta pode custar entre R$ 400 e R$ 1.200, dependendo do modelo do carro e da tecnologia envolvida, como sensores ou abertura por aproximação. Em veículos de luxo, o valor pode ultrapassar esse teto facilmente. A Azul Seguros pode cobrir o conserto da maçaneta, desde que o dano esteja dentro das condições previstas na apólice. Isso significa que a situação que causou a avaria precisa estar amparada por algum tipo de cobertura contratada — como Reparo Rápido, Cobertura Compreensiva ou Martelinho de Ouro, que detalharemos a seguir. Importante: A Azul não possui uma cláusula específica que cite “maçaneta”, mas isso não exclui a possibilidade de cobertura. O que determina a aprovação é o tipo de dano e a origem do problema. Portanto, sim, a Azul Seguros pode cobrir o conserto da maçaneta, mas depende do cenário. Vamos ver em quais situações isso se aplica. Azul Seguros cobre maçaneta em quais situações específicas? Para entender quando a Azul Seguros cobre conserto de maçaneta, é preciso avaliar como o dano ocorreu. A seguradora considera a origem do problema antes de autorizar qualquer reparo. Veja os principais casos: Tentativa de furto ou arrombamento Se alguém tentar forçar a entrada no carro, danificando a maçaneta, isso pode ser caracterizado como dano causado por tentativa de crime. Nesses casos, o seguro auto costuma cobrir o reparo, desde que haja registro do boletim de ocorrência e comunicação imediata à seguradora. Quebra mecânica ou falha interna Algumas maçanetas modernas possuem sensores e atuadores. Se a peça apresentar falha sem interferência externa, o dano pode não ser coberto, a menos que esteja dentro do escopo de manutenção previsto no plano contratado. Batidas leves ou impacto involuntário Se a maçaneta for danificada por uma colisão leve ou encostada em um objeto fixo (ex: pilar de garagem), é possível que a cobertura de danos parciais autorize o reparo. Isso entra como parte do Reparo Rápido. Desgaste natural ou mal uso Nesse caso, não há cobertura. Danos por uso contínuo, envelhecimento da peça ou uso forçado fora do padrão do fabricante não são considerados eventos seguráveis. Dica prática: Fotografe a maçaneta danificada e comunique o sinistro imediatamente. Isso ajuda a garantir mais chances de aprovação, principalmente se o dano for visível e compatível com os eventos cobertos. A Azul Seguros cobre arrumar maçaneta com qual tipo de cobertura? A cobertura do conserto de maçaneta está ligada à modalidade de seguro contratada. Veja como funciona: Reparo Rápido Essa cobertura atende danos leves e localizados. Se o problema da maçaneta for estético ou superficial, como arranhões ou trincas leves, pode ser reparado sem uso da franquia. Martelinho de Ouro Voltado para pequenos amassados, sem quebra de pintura. Se a maçaneta sofreu leve amassado por impacto, mas continua funcionando, pode se encaixar aqui. Importante: É necessário que a peça seja metálica e acessível sem desmontagem complexa. Cobertura Compreensiva É a mais completa e cobre danos parciais, colisões, tentativas de furto e vandalismo. Nesse caso, se a maçaneta foi danificada por qualquer evento externo previsto, o conserto será incluído, com o pagamento da franquia, se aplicável. Atenção: As coberturas precisam estar claramente ativadas na apólice. Nem todos os planos incluem Martelinho ou Reparo Rápido como padrão. Seja qual for a cobertura escolhida, nós podemos ajudar você na contratação do seguro ideal. Experimente o nosso cotador! Conserto de maçaneta é aceito sem passar por oficina credenciada? A Azul Seguros permite, em alguns casos, que o segurado escolha uma oficina de sua preferência. No entanto, isso depende da cobertura contratada e da aprovação prévia da seguradora. De forma geral, a política padrão da Azul prioriza reparos realizados em oficinas credenciadas, onde já há acordos de valores, prazos e garantias. No caso de conserto de maçaneta, se for necessário utilizar a cobertura do seguro, o indicado é buscar uma oficina autorizada pela própria Azul. Isso facilita a liberação do reparo e evita recusas por divergência de orçamento. Em situações específicas, como em regiões onde não há credenciadas próximas ou em casos de urgência, o cliente pode solicitar autorização para usar uma oficina particular. Mas essa solicitação deve ser feita antes da realização do serviço, com envio de orçamento e imagens do dano. Reparos realizados sem comunicação podem não ser reembolsados, mesmo que se enquadrem na cobertura. Precisa pagar franquia para consertar maçaneta com a Azul Seguros? O pagamento de franquia depende da modalidade de cobertura utilizada para o conserto da maçaneta. Se o reparo estiver incluído na cobertura de Reparo Rápido ou Martelinho de Ouro, normalmente não há cobrança de franquia, desde que: Já se o conserto da maçaneta for enquadrado como dano parcial, acionado pela Cobertura Compreensiva, o segurado deverá arcar com a franquia prevista no contrato. Esse valor varia conforme a categoria do veículo e a apólice contratada. Em 2025, a média da franquia para veículos de
Quanto custa um consórcio de carro? [Valores atualizados]
Quer saber quanto custa um consórcio de carro? Trazemos simulações, taxas e comparativos entre as melhores administradoras. Quanto custa um consórcio de carro? Essa é uma dúvida comum para quem busca uma forma mais econômica de comprar um veículo. A resposta, no entanto, depende de fatores como o valor da carta de crédito, o prazo de pagamento e a taxa de administração aplicada por cada empresa. Mas será que você conhece todos os custos envolvidos antes de assinar o contrato? Segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (ABAC), só em 2024 foram registradas mais de 3,85 milhões de novas adesões a consórcios no Brasil, um aumento de 10,4% em relação ao ano anterior. Isso mostra que cada vez mais brasileiros escolhem o consórcio como alternativa ao financiamento. Mas será que você também deveria considerar essa opção? No nosso “papo consorciado” de hoje, você vai entender exatamente quais são os custos envolvidos em um consórcio de carro, como simular parcelas reais e o que observar para não cair em armadilhas. Você verá comparações, dicas úteis e estratégias para tomar uma decisão consciente — com clareza e segurança. Então continue lendo. As respostas estão logo a seguir. Quanto custa um consórcio de carro? Entenda todos os valores envolvidos O valor de um consórcio de carro varia de acordo com a carta de crédito escolhida, o prazo de pagamento e as taxas aplicadas pela administradora. Atualmente, os custos seguem uma média nacional baseada em simulações atualizadas com administradoras autorizadas pelo Banco Central. Segundo a ABAC, o ticket médio de consórcios de veículos leves ficou em torno de R$ 64 mil em 2024. A tendência é que esse valor cresça com a valorização dos automóveis e o aumento da procura por essa modalidade de compra. Mas quanto você realmente paga no final? Veja abaixo uma simulação real com base em uma carta de crédito de R$ 50.000, considerando diferentes prazos e taxas médias praticadas pelas principais administradoras do país: Prazo Valor da Parcela Valor Total Pago (aprox.) Taxa de Administração 36 meses R$ 1.380 R$ 49.680 10% 48 meses R$ 1.100 R$ 52.800 12% 60 meses R$ 960 R$ 57.600 15% Fonte das simulações: Porto, Embracon, Rodobens e Banco do Brasil. Valores médios consultados em janeiro de 2025. Além disso, é importante destacar que o valor final do consórcio não inclui juros, mas o total pago costuma ser maior que o valor da carta devido à cobrança de taxas administrativas e, em alguns casos, fundo de reserva e seguros embutidos nas parcelas. Perfis de compra mais comuns: Entender o custo total de um consórcio de carro vai além do valor da parcela. É fundamental analisar todas as taxas embutidas, os prazos e o valor final pago para decidir com segurança. Quais taxas são cobradas em um consórcio de carro? Embora o consórcio de carro seja conhecido por não cobrar juros, ele possui outras taxas obrigatórias que compõem o valor total do plano. É nesse ponto que muitos consumidores se confundem. Abaixo, explicamos cada uma das principais taxas e como elas impactam diretamente o valor da parcela: 1. Taxa de administração É a principal remuneração da administradora pelo serviço prestado. Essa taxa é diluída ao longo do plano e varia conforme a empresa e o prazo de pagamento. 2. Fundo de reserva Trata-se de um valor adicional cobrado para cobrir imprevistos no grupo, como inadimplência de participantes. 3. Taxa de adesão Algumas administradoras cobram esse valor no ato da contratação. Outras já o embutem na taxa de administração. 4. Seguros opcionais São produtos adicionais como seguro de vida ou seguro prestamista, que garantem o pagamento do saldo devedor em caso de imprevistos. Como essas taxas afetam o custo real? Vamos considerar um exemplo completo: Ou seja, mesmo sem juros, o consórcio envolve valores adicionais importantes que devem ser considerados na hora da decisão. Dica prática: Antes de fechar contrato, solicite uma simulação detalhada com todas as taxas discriminadas. Isso evita surpresas e permite comparar planos com mais segurança. E por falar em simulação detalhada, que tal pedir uma ajuda à AEM antes de contratar o seu consórcio? Quanto fica a parcela de um consórcio de carro? Veja simulações por faixa de valor A parcela de um consórcio de carro depende do valor da carta de crédito, do prazo escolhido e da taxa administrativa aplicada pela empresa. Para ajudar na decisão, reunimos simulações reais com base em dados de administradoras autorizadas pelo Banco Central, considerando valores de R$ 30 mil a R$ 100 mil, com prazos variados. A seguir, veja a estimativa de parcelas para três perfis comuns: Perfil 1: Primeiro carro (Carta de R$ 30.000) Prazo (meses) Parcela estimada Total estimado pago 36 R$ 950 R$ 34.200 48 R$ 730 R$ 35.040 60 R$ 620 R$ 37.200 Perfil 2: Carro familiar (Carta de R$ 50.000) Prazo (meses) Parcela estimada Total estimado pago 36 R$ 1.380 R$ 49.680 48 R$ 1.100 R$ 52.800 60 R$ 960 R$ 57.600 Perfil 3: Veículo de trabalho ou alta performance (Carta de R$ 80.000 a R$ 100.000) Valor da carta Prazo (meses) Parcela estimada Total estimado pago R$ 80.000 60 R$ 1.520 R$ 91.200 R$ 100.000 72 R$ 1.595 R$ 114.840 R$ 100.000 96 R$ 1.310 R$ 125.760 Fontes utilizadas nas simulações: Porto Seguro, Rodobens, Banco do Brasil, Embracon e Magalu (dados acessados em janeiro de 2025 por meio de simuladores online e atendimento comercial). Esses valores representam uma média com taxa de administração entre 14% e 16%, e prazo variável conforme o tipo de grupo. Os números podem variar de acordo com o grupo, reajustes anuais e tipo de bem adquirido. Importante: consórcios não possuem entrada nem juros, mas o custo final pode ultrapassar o valor da carta por causa das taxas já detalhadas. Quanto custa um consórcio de carro nas principais administradoras? De acordo com a ABAC, empresas como Porto Seguro, Rodobens, Banco do Brasil, Embracon e Magalu estão entre as administradoras mais buscadas pelos brasileiros em 2025. O motivo é simples: cada uma oferece
10 carros menos roubados em SP: os modelos mais seguros
Veja o ranking de carros menos roubados em SP com dados atualizados e descubra quais oferecem mais segurança e economia. Descobrir quais são os carros menos roubados em SP são uma preocupação constante para quem vive na cidade mais populosa do país. Afinal, em 2024, São Paulo registrou mais de 34 mil furtos e roubos de veículos, segundo dados oficiais da Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP-SP). Mas será que existem modelos realmente mais seguros? Você já pensou se o seu carro faz parte da lista dos mais visados por criminosos? Ou se há modelos que oferecem menor risco e, de quebra, seguro mais barato? A verdade é que a escolha do carro vai além do design ou economia de combustível. O índice de roubo influencia diretamente no valor da apólice, no risco diário e até na revenda. No nosso “papo segurança” de hoje, você vai descobrir quais são os modelos menos visados em SP, entender o que os torna mais seguros e como essa informação pode economizar dinheiro e evitar dor de cabeça. Não perca esta oportunidade de tomar uma decisão mais inteligente. Continue lendo e veja se o seu carro está entre os mais seguros — ou se já passou da hora de trocar. O que é o índice de carros menos roubados em SP e por que ele importa? O índice de carros menos roubados em SP é calculado com base no IVR — Índice de Veículos Roubados, uma métrica oficial divulgada pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). Esse índice serve para medir o risco de roubo de veículos com seguro no Brasil, e é utilizado por seguradoras e especialistas como referência técnica para definir preços de apólices e avaliar riscos. A fórmula do IVR é simples e objetiva: Quanto menor o IVR, menor a chance de roubo, o que significa que o carro é menos visado por criminosos. O índice é sempre calculado com base em um período de seis meses e por região, o que permite análises específicas — como no caso de São Paulo. A importância desse dado é direta e prática: Segundo dados do relatório da SUSEP referente ao segundo semestre de 2020, o índice de roubo pode variar de forma significativa entre modelos semelhantes. Por exemplo, dois veículos da mesma categoria podem ter IVRs muito diferentes, o que afeta tanto o custo do seguro quanto o risco diário para o motorista. Se você deseja economizar no seguro, evitar transtornos e aumentar a segurança no trânsito urbano, entender o IVR é o primeiro passo. A boa notícia é que alguns modelos se destacam por sua baixa incidência de roubos em São Paulo. Já pensou em contratar um seguro auto flexível, mais barato e que oferece o mesmo nível de proteção? Isso não é sonho, é possível, real e nós te ajudamos! No próximo subtópico, você verá quais são os 10 carros menos roubados em SP com base nos dados oficiais mais recentes. Isso pode te ajudar a fazer uma escolha mais segura e estratégica. 1. Volkswagen Saveiro A Volkswagen Saveiro é uma picape compacta, amplamente usada para trabalho e transporte urbano. Seu foco é utilitário, e ela costuma ser mais comum em cidades do interior e em perfis de uso comercial. Esse fator contribui diretamente para seu baixo índice de roubo: o modelo tem baixa atratividade para desmanche, já que suas peças não são compatíveis com muitos veículos populares. Outro ponto relevante é que a Saveiro não é alvo frequente de ações rápidas em grandes centros urbanos, especialmente quando está equipada com versões mais simples, o que reduz sua exposição ao risco. Ficha técnica – Volkswagen Saveiro 1.6 MSI Robust (2023) 2. Fiat 500 (Cinquecento) O Fiat 500, também conhecido como Cinquecento, é um compacto urbano com foco em design e dirigibilidade. Seu porte reduzido e perfil discreto ajudam a evitar que ele chame atenção de criminosos. Além disso, trata-se de um carro com produção e circulação limitada no Brasil, o que torna suas peças menos demandadas no mercado paralelo. Como muitos modelos possuem câmbio automático e motorização pequena, o Cinquecento não é visado para revenda de componentes nem como veículo de fuga, fatores que reduzem sua atratividade para roubo. Ficha técnica – Fiat 500 Cult 1.4 (2015) 3. Chevrolet Tracker O Chevrolet Tracker é um SUV compacto com foco em tecnologia e segurança. Ele possui diversos sistemas de proteção embarcados, como alarme de fábrica, sensor de presença, travamento automático e chave codificada. Esses recursos tornam o modelo mais difícil de ser violado, especialmente nas versões mais recentes. Outro fator importante é que o Tracker tem alta taxa de financiamento e rastreamento ativo por parte das seguradoras, o que eleva o risco de localização em caso de roubo e desestimula a ação de criminosos. Ficha técnica – Chevrolet Tracker 1.0 Turbo LT (2023) 4. Fiat Strada A Fiat Strada é uma das picapes compactas mais vendidas do Brasil, voltada tanto para uso comercial quanto urbano. Apesar de sua alta circulação, ela tem um dos índices de roubo mais baixos do estado de São Paulo. Isso se explica pelo seu perfil: é um veículo amplamente usado por empresas, geralmente com seguro ativo e rastreamento, o que desestimula tentativas de furto. Além disso, sua versão cabine dupla oferece mais conforto, mas ainda é vista como um carro de trabalho. Isso a torna menos atrativa para uso criminoso ou revenda de peças em mercados ilegais. Ficha técnica – Fiat Strada 1.3 Endurance Cabine Plus (2023) 5. Jeep Compass O Jeep Compass é um SUV médio que se destaca pelo pacote de tecnologia, segurança e acabamento. Ele possui recursos como chave presencial, controle de tração, alarme perimétrico e sistema antirroubo de série, o que dificulta a ação de criminosos. Além disso, o Compass é um veículo de valor elevado e geralmente protegido por seguro completo e rastreamento ativo. Essas condições aumentam o risco para quem tenta roubá-lo, contribuindo para que seja menos visado, mesmo sendo um modelo bastante vendido. Ficha técnica – Jeep Compass Longitude
Lista dos carros mais roubados em SP: saiba quais são
Levantamento inédito revela os carros mais roubados em SP. Veja o ranking, os modelos e os horários mais críticos. Os carros mais roubados em SP continuam sendo uma preocupação real para quem dirige ou pretende comprar um veículo na capital e região metropolitana. Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), mais de 40 mil ocorrências de roubo e furto de veículos foram registradas apenas no primeiro semestre de 2025 — e os números mostram quais modelos lideram esse cenário preocupante. Você já parou para pensar se o seu carro está na mira dos ladrões? Conhecer esses dados pode evitar prejuízos, influenciar na escolha de um modelo e até na decisão de fazer ou não um seguro. Continue lendo e veja a lista atualizada com os carros mais visados — e o que isso significa para você. Quais são os carros mais roubados em SP atualmente? A segurança veicular segue como uma das maiores preocupações para motoristas que vivem ou circulam pela Região Metropolitana de São Paulo. Dados da SSP-SP, cruzados com levantamentos de empresas como a Ituran Brasil, mostram que mais de 40 mil casos de roubo e furto de veículos foram registrados somente no primeiro semestre de 2025. Boa parte dessas ocorrências se concentra em carros de passeio populares, muitos com mais de 10 anos de uso, que ainda representam uma grande fatia da frota ativa. Modelos que circulam em maior volume, com alta demanda por peças no mercado paralelo e menos recursos de segurança original, são os principais alvos. Se você dirige na capital paulista ou pensa em adquirir um veículo usado, este é um alerta importante. Saber quais modelos estão no topo da lista ajuda a tomar decisões mais conscientes, tanto em relação à compra quanto à proteção do automóvel. A seguir, listamos o ranking atualizado com os 10 carros mais roubados em São Paulo, com base nos dados mais recentes disponíveis. Esta informação pode influenciar diretamente o valor do seguro, os cuidados no dia a dia e até sua escolha de modelo. 1. Hyundai HB20 Ocorrências registradas (último ano): 1.295 O HB20 ocupa o primeiro lugar na lista dos carros mais roubados em São Paulo em 2025. O modelo é um dos compactos mais vendidos do Brasil desde seu lançamento e se mantém presente em grande volume nas ruas. Seu alto valor de revenda e a procura por peças no mercado paralelo aumentam sua exposição a furtos e roubos. Ficha técnica básica: 2. Ford Ka Ocorrências registradas (último ano): 1.182 Mesmo fora de linha desde 2021, o Ford Ka segue como um dos carros mais roubados da capital paulista. Seu grande volume de unidades em circulação, especialmente nas versões mais simples e sem alarme de fábrica, o torna um alvo comum. A demanda por peças também é um fator que contribui para sua posição no ranking. Ficha técnica básica: 3. Chevrolet Onix Ocorrências registradas (último ano): 1.172 O Chevrolet Onix é um dos líderes históricos em vendas no Brasil, o que contribui diretamente para sua presença nesta lista. Seu grande volume em circulação, especialmente entre frotistas e motoristas de aplicativo, aumenta sua exposição. Além disso, algumas versões populares apresentam menor nível de proteção eletrônica. Ficha técnica básica: 4. Volkswagen Gol Ocorrências registradas (último ano): 1.081 O Gol é um dos carros mais produzidos e vendidos da história do Brasil. Mesmo após o fim da produção em 2022, sua presença nas ruas continua expressiva. Isso, somado à facilidade de revenda de peças e à simplicidade mecânica, o mantém entre os modelos mais visados por criminosos. Ficha técnica básica: 5. Chevrolet Corsa Ocorrências registradas (último ano): 1.047 Fora de linha desde 2012, o Corsa ainda é bastante utilizado, principalmente nas versões hatch e sedan mais antigas. Seu preço acessível e a ampla oferta de peças no mercado fazem com que continue sendo um dos principais alvos em São Paulo, principalmente em regiões periféricas. Ficha técnica básica: 6. Fiat Uno Ocorrências registradas (último ano): 967 O Uno é outro modelo com longa história no Brasil e com forte presença nas ruas, principalmente em frotas de empresas e como veículo de uso cotidiano. A simplicidade mecânica e a baixa presença de sistemas de segurança avançados contribuem para sua vulnerabilidade em roubos e furtos. Ficha técnica básica: 7. Fiat Argo Ocorrências registradas (último ano): 779 Entre os modelos mais modernos da lista, o Argo tem ganhado espaço nas estatísticas de roubo nos últimos anos. Seu crescimento nas vendas, especialmente nas versões de entrada, e a simplicidade de alguns sistemas de proteção o tornam um alvo emergente nas regiões urbanas. Ficha técnica básica: 8. Fiat Mobi Ocorrências registradas (último ano): 587 O Mobi é muito usado como carro urbano e também por motoristas de aplicativo. Seu tamanho compacto, a simplicidade mecânica e o alto volume em circulação o colocam entre os veículos com maior exposição a furtos, especialmente nas versões básicas. Ficha técnica básica: 9. Volkswagen Fox Ocorrências registradas (último ano): 584 Produzido até 2021, o Fox ainda tem forte presença nas ruas, especialmente nas grandes cidades. Sua estrutura simples e facilidade de manutenção o mantêm valorizado no mercado informal de peças, o que colabora para sua colocação no ranking de roubos. Ficha técnica básica: 10. Fiat Strada Ocorrências registradas (último ano): 527 A Fiat Strada é a única picape presente no ranking. Seu uso frequente por comerciantes e pequenas empresas a torna um bem visado, tanto pelo valor agregado quanto pela alta procura por peças. Modelos mais antigos, sem recursos avançados de segurança, são os principais alvos. Ficha técnica básica: Por que esses modelos estão no topo da lista? Entenda os fatores Quando observamos os carros mais roubados em SP, alguns fatores se repetem com frequência. Eles ajudam a entender por que certos modelos aparecem ano após ano nas estatísticas de furto e roubo, mesmo quando estão fora de linha. 1. Alto volume circulante nas ruas Quanto mais carros de um mesmo modelo estão em circulação, maior a probabilidade de serem alvo. Modelos como HB20, Onix,
Ranking atualizado: carros mais roubados RJ atualmente
Saiba quais são os 10 carros mais roubados RJ e veja o que fazer para não entrar nas estatísticas. [Dados atualizados e úteis] “Carros mais roubados RJ” é uma expressão que causa preocupação imediata. Afinal, você sabe se o seu veículo está na lista dos mais visados por criminosos no estado? Segundo um levantamento divulgado pelo jornal Extra, o número de veículos roubados no Rio de Janeiro ultrapassou 30 mil registros só em 2024, com um crescimento de 39% em comparação ao ano anterior. E a tendência, infelizmente, é de alta. Essa realidade impacta não apenas na segurança, mas também no custo do seguro, na revenda do veículo e no seu dia a dia como motorista. Você também já se perguntou se está dirigindo um dos modelos mais visados sem saber? Neste conteúdo, vamos direto ao ponto. Você verá uma lista atualizada dos 10 modelos mais roubados no RJ na atualidade, com dados reais e interpretação simples. Também vamos mostrar por que esses carros são alvo, como se proteger e o que avaliar antes de comprar ou manter um veículo na garagem. Não perca a oportunidade de proteger seu patrimônio com base em dados concretos. Siga a leitura e descubra agora se o seu carro está na lista – e o que fazer para não virar estatística. Os carros mais roubados RJ hoje em dia Assim como todas as grandes metrópoles brasileiras, o lindo Rio de Janeiro tem uma verdadeira lista de veículos que ostentam um triste título: de mais visados por ladrões. Mas, que carros são esses? Por que são tão roubados? O seguro resolve? As respostas para essas e outras dúvidas você tira a seguir. Fique ligado! Antes de iniciarmos a nossa lista, que tal já contratar um seguro? Conheça o Azul por Assinatura e economize na proteção da sua caranga! 1. Hyundai HB20 O HB20 é um dos modelos mais populares no Brasil. Isso faz com que haja uma grande demanda por suas peças no mercado paralelo. Além disso, muitos modelos ainda não possuem sistemas avançados de segurança. A alta circulação nas ruas e o fato de ser um carro compacto, fácil de abordar, contribuem para a escolha dos criminosos. Ficha técnica resumida: 2. Jeep Renegade O Renegade é muito procurado no mercado de SUVs compactos. Ele combina aparência robusta com bom desempenho urbano. A procura por peças de reposição é alta e o valor agregado do veículo torna o roubo mais vantajoso para quadrilhas especializadas. Além disso, há grande presença desse modelo em regiões urbanas do Rio, o que aumenta a exposição ao risco. Ficha técnica resumida: 3. Jeep Compass O Compass é um dos SUVs médios mais vendidos do país. Seu valor de mercado, tanto em revenda como em peças, é alto. Isso o torna atraente para quadrilhas especializadas. Mesmo com itens de segurança avançados nas versões superiores, o modelo ainda é alvo devido à demanda. O porte maior e as configurações luxuosas também chamam atenção em regiões com menor segurança. Ficha técnica resumida: 4. Fiat Argo O Fiat Argo é um hatch compacto muito presente nas ruas do Brasil, inclusive no Rio de Janeiro. Sua popularidade eleva a demanda por peças de reposição, especialmente para versões com motor 1.0 e 1.3, que compõem a maior parte da frota. Modelos sem sistemas de rastreamento ou alarmes adicionais tornam-se alvos fáceis, especialmente em áreas com menor policiamento. Ficha técnica resumida: 5. Chevrolet Onix O Onix foi o carro mais vendido do país por vários anos, o que significa uma frota imensa circulando. Isso atrai o interesse de criminosos, principalmente devido à facilidade de comercialização de peças e à alta presença em estacionamentos públicos e vias urbanas. Além disso, muitas versões vendidas nos primeiros anos vinham com sistemas de segurança limitados, o que aumenta a vulnerabilidade. Ficha técnica resumida: 6. Ford EcoSport A Ford EcoSport é um SUV compacto com longa trajetória no mercado brasileiro. Sua popularidade se manteve por anos, especialmente entre motoristas de regiões urbanas e periféricas. Mesmo após a saída da Ford do Brasil em 2021, o modelo continuou com alta circulação. Isso fez com que suas peças se tornassem ainda mais procuradas, elevando o risco de roubo. Algumas versões, sobretudo mais antigas, têm menos recursos de segurança. Ficha técnica resumida: 7. Volkswagen Virtus O Virtus é um sedã compacto com ampla aceitação entre motoristas de aplicativo e usuários urbanos. Seu volume em circulação, aliado ao alto custo das peças, torna o modelo atrativo para o mercado paralelo. Além disso, muitos dos roubos ocorrem em regiões periféricas, onde a presença do modelo é constante. Ficha técnica resumida: 8. Fiat Uno Mesmo com o encerramento da produção em 2021, o Fiat Uno ainda é um dos veículos mais comuns nas ruas. A grande frota ativa e a fácil desmontagem do modelo facilitam a atuação de quadrilhas. É um carro leve, com manutenção barata e frequentemente menos protegido por tecnologias de segurança. Ficha técnica resumida: 9. Volkswagen Voyage O Voyage compartilha peças com outros modelos da linha Volkswagen, como Gol e Fox, o que o torna vantajoso para desmanches ilegais. É amplamente usado para trabalho, transporte diário e por frotas, especialmente em áreas periféricas. Isso amplia sua exposição e o risco de roubo. Ficha técnica resumida: 10. Volkswagen T-Cross O T-Cross é um SUV compacto com alto valor de mercado. Desde seu lançamento, ganhou espaço entre consumidores que buscam conforto, desempenho e conectividade. Por isso, também se tornou um alvo de roubos, principalmente nos modelos mais completos. A demanda por peças e acessórios eletrônicos contribui para sua posição neste ranking. Ficha técnica resumida: Por que esses carros são os mais visados no RJ? A escolha de quais modelos são mais roubados no estado do Rio de Janeiro segue uma lógica baseada em oportunidade, demanda e facilidade. Existem fatores que tornam determinados veículos mais atrativos para a ação criminosa. Alta demanda por peças no mercado paralelo Modelos como HB20, Onix e Uno têm grande presença nas ruas. Isso significa que suas peças são procuradas, principalmente em
Os 10 carros menos roubados no Brasil: ranking completo
Quer segurança e economia? Conheça os carros menos roubados no Brasil e veja como fazer uma escolha mais inteligente. Os carros menos roubados no Brasil são uma escolha cada vez mais estratégica para quem deseja dirigir com mais segurança e pagar menos no seguro. Mas você já parou para pensar por que certos modelos quase nunca aparecem nas estatísticas de furto? Segundo o Índice de Veículos Roubados (IVR), divulgado pela Fenseg com base em dados da SUSEP, alguns modelos apresentam até 70% menos ocorrências de roubo em relação aos mais visados. Isso influencia diretamente no valor da apólice e na tranquilidade do motorista. Talvez você esteja se perguntando: será que o seu carro está entre os mais seguros? Ou seria hora de considerar uma troca inteligente? Neste texto, vamos mostrar quais são os modelos menos visados pelos ladrões, por que isso acontece e como usar essa informação a seu favor. Você vai entender não só os dados, mas também o que fazer para evitar prejuízos, mesmo que o seu carro já seja pouco roubado. Segurança real começa na escolha certa. Não perca a oportunidade de economizar até 35% no seguro, segundo especialistas do setor. O que define os carros menos roubados no Brasil? Nem todo carro popular é visado por ladrões. Para definir os carros menos roubados no Brasil, é preciso entender o que os torna menos atrativos para o crime. A resposta envolve uma combinação de dados estatísticos, características do veículo e perfil de uso. A Fenseg (Federação Nacional de Seguros Gerais) publica anualmente o Índice de Veículos Roubados (IVR). Esse índice mostra a proporção entre a quantidade de veículos segurados e os casos registrados de furto ou roubo. Segundo dados da Fenseg, modelos com baixo índice de roubo têm até 70% menos ocorrências que os veículos mais visados. Mas o que faz um carro ser menos roubado? Alguns fatores se destacam: Além disso, alguns carros são menos visados simplesmente porque não são alvo das quadrilhas especializadas, que operam com foco em modelos com giro rápido no mercado ilegal. Isso faz com que mesmo carros populares, como o Renault Logan ou o Toyota Yaris, tenham índices muito baixos de roubo. Com base nesses critérios, é possível entender por que determinados modelos aparecem com frequência no ranking dos carros menos roubados no Brasil. Esses dados também influenciam diretamente o preço do seguro, que costuma ser mais acessível para veículos com menor risco de sinistro. Mas, a verdade é que você entrou nesse artigo em busca de uma lista prática que aponte e elenque os carros menos visados por ladrões no Brasil. A seguir, mostramos! 1. Toyota Corolla Cross O Corolla Cross apresenta um dos menores índices de roubo entre os SUVs médios vendidos no Brasil. A combinação de tecnologia embarcada, confiabilidade da marca e menor circulação em áreas críticas contribui para esse resultado. O modelo traz rastreador de fábrica, sistema de alarme, imobilizador eletrônico e alerta de mudança de faixa. São itens que desestimulam ações criminosas. Ficha técnica resumida: 2. Chevrolet Tracker O Tracker aparece com frequência entre os SUVs menos roubados do país. Sua estrutura mais compacta, associada a recursos de proteção embarcados desde a versão de entrada, o tornam menos atraente para o mercado paralelo de peças. O modelo inclui sensor de presença, alarme antifurto e travamento automático das portas. Ficha técnica resumida: 3. Honda HR-V O HR-V mantém um dos menores índices de roubo em sua categoria há vários anos. A marca é conhecida pela durabilidade e os modelos mais recentes incluem sistemas de assistência ativa ao motorista, além de chave presencial com travamento automático, dificultando ações rápidas de furto. Ficha técnica resumida: 4. Jeep Compass O Compass se destaca entre os SUVs médios por oferecer um conjunto robusto de segurança. Equipado com sistema de rastreamento integrado, monitoramento por câmera e travamento remoto, o modelo é menos visado por criminosos. O público-alvo também contribui: trata-se de um perfil com uso mais residencial e rotinas previsíveis, o que reduz o risco de exposição em áreas críticas. Ficha técnica resumida: 5. Volkswagen T-Cross O T-Cross é um SUV compacto com foco urbano, projetado com atenção à segurança passiva e ativa. Conta com controle eletrônico de estabilidade, travamento automático, sensores e alarme antifurto em todas as versões. O número reduzido de ocorrências pode ser atribuído à menor exposição em zonas de risco e à baixa busca por peças no mercado ilegal. Ficha técnica resumida: 6. Toyota Yaris (Hatch e Sedan) Tanto na versão hatch quanto na sedan, o Toyota Yaris mantém baixos índices de roubo devido à baixa atratividade para criminosos e perfil conservador de uso. O modelo circula em áreas residenciais e não costuma figurar entre os alvos prioritários de quadrilhas. Além disso, suas peças têm baixa revenda ilegal. Ficha técnica resumida: 7. Hyundai Creta O Hyundai Creta é um dos SUVs compactos mais vendidos do país e, mesmo com grande circulação, apresenta baixo índice de roubo. Isso se deve ao público-alvo mais familiar e ao conjunto de segurança embarcada, como central multimídia integrada com rastreamento, chave presencial e alarme com travamento automático, que dificultam adulterações e reduzem seu apelo no mercado paralelo. Ficha técnica resumida: 8. Fiat Cronos O Fiat Cronos é um sedan compacto com baixo índice de furto, especialmente em regiões fora dos grandes centros urbanos. Por ter uma presença mais forte em cidades menores, menos visibilidade em áreas de risco e peças com baixa demanda ilegal, ele se destaca como uma opção segura para quem busca um carro econômico e funcional. Ficha técnica resumida: 9. Renault Logan O Renault Logan é conhecido por sua construção simples, porém robusta, e tem baixo índice de roubo. Com foco em praticidade e pouco interesse no mercado paralelo de peças, esse modelo costuma ser evitado por criminosos. Sua estrutura também dificulta desmontagens rápidas. Ficha técnica resumida: 10. Nissan Versa O Nissan Versa fecha o ranking por apresentar baixo risco de roubo, especialmente nas versões mais recentes, que já vêm com travamento automático, chave presencial e alarme de fábrica.
Quais são os carros menos roubados RJ? Veja os 10 menos visados
Evite prejuízos e dores de cabeça! Conheça os 10 carros menos roubados RJ atualmente e escolha o modelo mais seguro para sua realidade. Escolher entre os carros menos roubados RJ pode parecer apenas uma questão de preferência, mas, na prática, essa decisão afeta diretamente a sua segurança, o valor do seguro e o risco diário nas ruas do estado. Você também já pensou: “Será que o carro que eu tenho hoje é visado por ladrões?” Segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP-RJ), somente em novembro de 2024, mais de 3.300 carros foram roubados no estado — um salto de 53% em relação ao ano anterior. E a tendência não dá sinais de desaceleração. Diante desse cenário, a escolha do carro certo não é só uma questão de gosto — é uma estratégia de proteção. E o melhor: muitos motoristas já estão tomando decisões mais inteligentes ao optar por modelos com menor índice de roubo, conseguindo inclusive reduzir o valor do seguro em até 35%. Neste guia prático e atualizado, você vai descobrir: Se você mora no RJ e valoriza sua segurança, seu dinheiro e sua tranquilidade, continue lendo. Você está prestes a tomar uma decisão mais inteligente do que a maioria dos motoristas! Por que certos carros são menos visados por ladrões? Nem todo carro chama a atenção de ladrões. Existem razões claras e comprovadas que explicam por que alguns modelos são menos roubados, especialmente no estado do Rio de Janeiro, onde o risco é maior em certas regiões. Ao contrário do que muitos pensam, não se trata apenas do valor do veículo ou da marca. Há fatores técnicos, comerciais e logísticos que fazem alguns modelos se tornarem alvos fáceis — enquanto outros passam despercebidos. 1. Baixa demanda no mercado de peças usadas A principal motivação por trás do roubo de veículos no Brasil é o mercado paralelo de peças. Ladrões priorizam modelos com alta circulação nas ruas, porque suas peças são mais procuradas e fáceis de revender. Já os carros com menor presença no mercado ou que não compartilham componentes com outros modelos acabam sendo menos interessantes para desmanches ilegais, pois têm baixo giro e retorno financeiro limitado. Exemplo prático: Modelos como o Fiat Cinquecento e o Peugeot 3008 aparecem entre os menos roubados no RJ justamente por não terem peças amplamente compatíveis com outros veículos populares. Isso reduz drasticamente o interesse dos criminosos. 2. Nível de tecnologia e sistemas de segurança embarcados Veículos equipados com sistemas modernos de alarme, travas eletrônicas, chaves codificadas e rastreadores são menos atrativos. Isso acontece porque eles demandam mais tempo e conhecimento técnico para serem levados, aumentando o risco de captura em flagrante. Além disso, muitos modelos atuais vêm com sistemas integrados à central eletrônica do carro, dificultando ações como: Segundo um levantamento da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), carros com sistemas de segurança originais reduzem o risco de sinistro em até 32% em regiões urbanas, como é o caso da cidade do Rio de Janeiro. Você já ouviu falar sobre o seguro por assinatura? Essa é uma opção que está ganhando cada vez mais adeptos devido à economia que representa. Conheça já! 3. Visibilidade discreta nas ruas Um carro que se destaca visualmente também chama a atenção de ladrões. Por isso, modelos que são menos comuns e não fazem parte da frota urbana de aplicativos ou transporte corporativo são menos reconhecíveis e, por consequência, menos visados. Isso explica por que sedãs compactos ou SUVs intermediários, mesmo com valor de mercado razoável, não figuram entre os mais roubados: não se misturam facilmente ao trânsito comum e têm rotas de fuga mais limitadas para criminosos. 4. Percepção de risco pelos ladrões Ladrões também tomam decisões baseadas em risco. Veículos com maior chance de estarem segurados, rastreados ou monitorados não valem o esforço. Por isso, é comum que carros usados em frotas corporativas ou por famílias com maior poder aquisitivo sejam evitados. Segundo dados do Instituto de Segurança Pública do RJ (ISP-RJ), as ocorrências de roubo de carros estão mais concentradas em modelos com alto índice de revenda e baixa proteção instalada. Essa percepção é construída com base na experiência dos próprios criminosos, que desenvolvem uma espécie de “perfil de carro fácil de roubar”. E veículos fora desse perfil não entram no radar. 5. Uso específico e segmentado Alguns modelos são mais voltados para públicos de nicho, como pequenos empresários, motoristas de zonas rurais ou cidades menores. Esses veículos, por circularem fora dos grandes centros urbanos ou em horários menos previsíveis, se tornam menos viáveis como alvos, pois dificultam rotas de fuga e descarte. E aí, ficou curioso para saber quais são os carros menos roubados do Rio? Veja o top 10 a seguir! 1. Chevrolet Montana Índice de roubo no RJ: 0,285 A Chevrolet Montana é um utilitário leve conhecido pela sua versatilidade no transporte urbano e perfil de uso comercial. É menos visada por ladrões por ser amplamente utilizada por empresas, frotas e prestadores de serviço, o que torna sua revenda no mercado ilegal pouco atrativa. Além disso, costuma circular com rastreador e monitoramento ativo, o que aumenta a chance de recuperação em caso de furto. Mini ficha técnica Ideal para quem precisa de baixo custo de manutenção, espaço para carga e segurança contra furtos. 2. Fiat Cinquecento (500) Índice de roubo no RJ: 0,367 O Fiat Cinquecento, conhecido como Fiat 500, é um compacto urbano com design exclusivo e circulação limitada no Brasil. Seu visual retrô e nichado o torna pouco interessante para desmanches. Além disso, muitas de suas peças são importadas e incompatíveis com modelos populares, o que reduz a procura no mercado ilegal de peças. Mini ficha técnica Recomendado para quem busca um carro estiloso, seguro e com baixo índice de roubo em grandes centros urbanos. 3. Hyundai i30 Índice de roubo no RJ: 0,520 O Hyundai i30 combina tecnologia embarcada com visual moderno, mas, apesar de sua popularidade no início dos anos 2010, hoje é menos visado por criminosos. Isso se deve à presença de sistemas de
Top 11 carros mais roubados do Brasil na atualidade
Confira o ranking atualizado dos carros mais roubados do Brasil e aprenda como proteger seu patrimônio antes que seja tarde. Você sabia que um carro é roubado a cada 4 minutos no Brasil? Segundo dados do Sinesp, mais de 400 mil veículos foram furtados ou roubados só em 2024. E o pior: muitos desses modelos são populares e estão entre os mais vendidos do país. Será que o seu carro está entre eles? A resposta pode te surpreender. Nem sempre são os carros mais caros que estão na mira dos criminosos — muitas vezes, o alvo está na sua garagem. Neste conteúdo, você vai conhecer os carros mais roubados no Brasil, entender por que eles são os preferidos dos ladrões e, o mais importante, descobrir como proteger seu patrimônio antes que seja tarde. Se você quer evitar prejuízos e tomar decisões mais seguras, continue lendo. Aqui, também vamos reforçar a importância de ter um bom seguro auto contratado para evitar prejuízos. Este guia foi feito com base em dados reais, análise de especialistas e dicas práticas. Não perca essa oportunidade de se proteger com informação confiável. Quais são os carros mais roubados no Brasil hoje? A segurança pública segue sendo um dos maiores desafios enfrentados diariamente por motoristas em todo o país. Mesmo com avanços em tecnologia e monitoramento, o roubo e furto de veículos continuam em alta nas grandes cidades e também em regiões metropolitanas. Segundo dados atualizados de 2024, milhares de carros são levados todos os meses, com destaque para modelos populares e amplamente utilizados. Esses veículos se tornaram alvo frequente por oferecerem facilidade de revenda de peças e menor risco de rastreamento. Se você tem um carro que circula bastante nas ruas, vale ficar atento. A seguir, veja a lista com os 11 carros mais roubados no Brasil e descubra se o seu está entre eles. Previna-se de um eventual roubo ou furto do seu veículo que podem causar um roubo no seu patrimônio. Contrate um seguro auto agora! 1. Volkswagen Gol O Volkswagen Gol lidera o ranking dos carros mais roubados do Brasil, com 3.692 ocorrências registradas em 2024. Trata-se de um modelo compacto, com mais de 40 anos de presença no mercado nacional e que já foi por muitos anos o carro mais vendido do país. Seu sucesso comercial ao longo das décadas tornou o Gol um veículo muito comum nas ruas, o que facilita o acesso de criminosos ao modelo. Além disso, por estar fora de linha desde 2022, a busca por peças de reposição aumentou — e isso aqueceu ainda mais o interesse do mercado ilegal por esse carro. Outro ponto que contribui para sua vulnerabilidade é o fato de muitos Gols mais antigos não contarem com sistemas modernos de segurança, como alarme de fábrica, imobilizador eletrônico ou rastreador. A combinação de alta circulação, fácil desmontagem e ausência de tecnologia de proteção faz do Gol um dos principais alvos nas grandes cidades. 2. Hyundai HB20 Com 2.587 ocorrências de roubo e furto em 2024, o Hyundai HB20 ocupa a segunda posição entre os modelos mais visados por criminosos no país. Lançado em 2012 e rapidamente adotado pelo público brasileiro, o HB20 se tornou um dos veículos mais vendidos e populares na última década. O modelo é valorizado tanto pelo público urbano quanto por motoristas de aplicativo, o que explica a sua ampla presença em frotas particulares e comerciais. No entanto, essa popularidade também o torna um alvo fácil. Veículos com grande circulação nas ruas acabam entrando no radar de quadrilhas especializadas em desmanches e revenda de peças. Mesmo nas versões mais recentes, o HB20 pode ser vulnerável quando os proprietários não ativam funções como travamento automático, alarme ou rastreamento veicular. A falta de reforço na segurança acaba sendo um dos fatores que ampliam o número de ocorrências. 3. Fiat Uno O Fiat Uno aparece em terceiro lugar no ranking, com 2.570 registros de roubo em 2024. Clássico entre os compactos, o Uno marcou gerações desde seu lançamento em 1984 e ainda é amplamente utilizado, especialmente nas versões mais antigas. Por ser um carro com manutenção acessível e boa durabilidade mecânica, o Uno continua circulando em diversas regiões do país, principalmente em cidades pequenas e médias. Isso o mantém no radar das quadrilhas, que buscam veículos com alta disponibilidade de peças no mercado paralelo. A ausência de tecnologias de segurança mais modernas nos modelos anteriores a 2010, como alarme, trava elétrica e sistemas antifurto, faz com que muitos desses veículos sejam alvos fáceis. O Fiat Uno é frequentemente desmontado rapidamente e suas peças vendidas com facilidade, o que impulsiona sua posição entre os mais roubados. 4. Chevrolet Corsa O Chevrolet Corsa aparece com 2.221 ocorrências registradas em 2024, reforçando seu lugar entre os carros mais roubados do Brasil. Lançado nos anos 90 e encerrado em 2012, o modelo continua sendo uma presença comum nas ruas brasileiras, especialmente nas versões hatch. O Corsa se destaca por ser um veículo confiável, com peças acessíveis e manutenção barata. Muitos motoristas ainda mantêm o carro como principal meio de transporte, o que ajuda a explicar sua alta circulação — e, consequentemente, seu interesse por parte dos criminosos. Modelos mais antigos do Corsa não contam com sistemas modernos de travamento ou alarmes de fábrica. Além disso, por ser um veículo descontinuado, há maior procura por suas peças, o que impulsiona o número de furtos para abastecer o mercado paralelo. 5. Chevrolet Onix Com 1.962 casos registrados em 2024, o Chevrolet Onix ocupa a quinta posição entre os veículos mais visados no país. O modelo foi o mais vendido do Brasil por vários anos consecutivos, consolidando sua presença tanto entre motoristas particulares quanto frotistas e aplicativos. O Onix é um carro moderno, com bom desempenho e design atrativo, o que também o torna uma excelente fonte de peças. As versões mais básicas, muitas vezes adquiridas em massa por frotas, podem sair de fábrica com menos itens de segurança, como travamento automático ou alarme. Outro ponto relevante é que, por










