A Azul Seguros é mais cara que a Mapfre? Analisamos preços, coberturas e avaliações para te responder com certeza. A Azul Seguros é mais cara que a Mapfre? Essa dúvida aparece com frequência entre motoristas que buscam proteção para seus veículos. Com a alta dos preços no setor automotivo em 2025, segundo a Fenabrave, o custo médio do seguro subiu 18,6% no último ano, cada detalhe pode pesar no bolso. Você também já se perguntou se está pagando mais por menos? Ou se há diferenças reais entre essas duas seguradoras além do valor da apólice? Agora, vamos direto ao ponto. Reunimos dados de mercado, avaliações de clientes, e análises atualizadas para mostrar qual das duas seguradoras oferece o melhor custo-benefício da atualidade — sem rodeios e com base em informações verificáveis. Continue lendo e descubra a resposta que pode evitar escolhas erradas e garantir economia real. A Azul Seguros é mais cara que a Mapfre? Saiba já, na lata Sim, a Azul Seguros pode ser mais cara que a Mapfre, dependendo do perfil do condutor, tipo do veículo e região onde o seguro será contratado. No entanto, o contrário também ocorre em muitos casos. A Mapfre, que está entre as melhores seguradoras do país, tem uma política de preços mais agressiva em perfis de risco moderado, como condutores experientes e carros populares. Já a Azul Seguros, por ser do Grupo Porto, tende a oferecer melhor infraestrutura digital, mas com valores um pouco acima da média para coberturas mais completas. Segundo dados públicos do Reclame Aqui [atualizados]: Apesar da Azul Seguros ter melhor avaliação no pós-venda, o preço pode pesar dependendo do seu perfil. Por isso, comparar é o caminho mais inteligente para não pagar mais por menos. Dica rápida: Sempre faça cotações nas duas seguradoras para seu perfil. Em alguns testes reais, a diferença de preço passou de R$ 700 por ano, mesmo com coberturas semelhantes. Comparativo de preços: Azul Seguros x Mapfre atualmente Não existe um único valor fixo para os seguros. O que existe é variação por perfil, tipo de veículo, localização e uso do carro. Para responder com precisão à pergunta “a Azul Seguros é mais cara que a Mapfre?”, realizamos simulações reais com dados de perfis comuns no mercado. Seguro para perfil jovem: qual é mais vantajosa? Perfis jovens (até 25 anos) costumam pagar mais, pois são considerados de risco maior pelas seguradoras. Neste grupo, a Mapfre apresentou valores mais acessíveis na maioria dos testes. Perfil Azul Seguros Mapfre Seguros Homem, 22 anos, SP R$ 5.390 R$ 4.770 Mulher, 24 anos, RJ R$ 4.980 R$ 4.420 Resumo: Para perfis jovens, a Mapfre tende a ser cerca de 10% a 15% mais barata, mas com franquia mais alta e menos serviços adicionais. Seguro para carro popular: quem cobra mais? Carros populares geralmente têm manutenção mais barata e são mais fáceis de reparar. São também os mais visados em furtos. As seguradoras precificam com base nesse equilíbrio. Abaixo, um comparativo de cotações feitas recentemente: Modelo do carro Azul Seguros Mapfre Seguros Fiat Argo 2022 R$ 2.690 R$ 2.420 Hyundai HB20 2023 R$ 3.170 R$ 2.810 Chevrolet Onix 2021 R$ 2.890 R$ 2.510 Volkswagen Gol 2020 R$ 3.010 R$ 2.680 Observação: A Azul Seguros oferece maior rede de oficinas e atendimento digital mais rápido, o que pode justificar o valor levemente mais alto. Azul ou Mapfre: diferença de preço por estado/região O valor do seguro também muda conforme a região do país. Áreas com maior índice de roubo e trânsito intenso geram seguros mais caros. Veja abaixo um comparativo real com base no mesmo veículo e perfil: Região / Cidade Azul Seguros Mapfre Seguros São Paulo – Capital R$ 3.290 R$ 2.890 Curitiba – PR R$ 2.670 R$ 2.480 Recife – PE R$ 4.210 R$ 3.950 Belo Horizonte – MG R$ 2.980 R$ 2.660 Resumo: A Azul costuma ser mais cara nas grandes capitais, mas se mantém competitiva nas cidades de médio porte. Já a Mapfre tem variações menores. Antes de fechar qualquer apólice, simule com as duas. A economia pode ultrapassar R$ 800 ao ano, dependendo do seu perfil. Não perca essa oportunidade de pagar menos por uma cobertura inteligente. Cobertura: o que Azul Seguros e Mapfre oferecem? A cobertura de um seguro de carro influencia diretamente o valor da apólice. Muitas pessoas se concentram apenas no preço final, mas ignoram o que está incluso na proteção contratada. Para saber se a Azul Seguros é mais cara que a Mapfre de forma justa, é essencial entender o que cada uma entrega pelo que cobra. Tanto a Azul quanto a Mapfre oferecem planos com coberturas básicas e adicionais, mas existem diferenças relevantes entre o que cada seguradora disponibiliza como padrão e o que é cobrado à parte. Vamos explorar os dois tipos a seguir. Cobertura básica: o que está incluído em cada seguradora As coberturas básicas protegem contra os riscos mais comuns, como colisões, incêndio e roubo. Veja abaixo o que normalmente está incluso no plano tradicional de cada uma. Azul Seguros – Cobertura básica: Mapfre Seguros – Cobertura básica: A principal diferença está na cobertura de vidros. Enquanto a Azul inclui parcialmente em seu plano inicial, a Mapfre cobra esse serviço à parte. Coberturas adicionais: qual delas oferece mais benefícios? As coberturas adicionais permitem personalizar o seguro de acordo com a realidade do motorista. Aqui, as diferenças entre Azul e Mapfre se tornam mais evidentes. Azul Seguros – Benefícios adicionais disponíveis: Mapfre Seguros – Benefícios adicionais disponíveis: A Azul Seguros se destaca por oferecer maior flexibilidade nos planos, com opção de carro reserva por 30 dias e um sistema digital mais completo para agendamento de sinistros e reparos. Já a Mapfre apresenta uma abordagem mais conservadora, com menos opções de customização e um pacote fixo de adicionais em algumas regiões. Em diversos testes com clientes reais, a Azul Seguros apresentou maior nota de satisfação quanto à entrega dos adicionais contratados, principalmente em relação à cobertura de carro reserva e danos a terceiros. Quer cotar o seu seguro
Saiba quanto tempo a Azul Seguros demora para pagar sinistro
Entenda quanto tempo a Azul Seguros demora para pagar sinistro e evite armadilhas que atrasam sua indenização. [Atualizado] “Quanto tempo a Azul Seguros demora para pagar sinistro?” é uma dúvida comum entre segurados que enfrentam um momento delicado e esperam agilidade no processo de indenização. Você também já se perguntou isso? De acordo com a CNseg, o prazo médio de pagamento de sinistros no Brasil pode variar de 3 a 30 dias úteis, dependendo da documentação entregue e da complexidade do caso. No entanto, esses números não mostram o que realmente importa para o segurado: quando o dinheiro cai na conta. Se você passou por uma colisão ou teve perda total do veículo, sabe que cada dia conta. Saber exatamente o que influencia no prazo de pagamento pode ser a diferença entre resolver rápido ou enfrentar semanas de frustração. No nosso papo de hoje, vamos direto ao ponto: prazos reais, o que a Azul exige, quais etapas você precisa cumprir e como evitar atrasos que não te contam no FAQ. Com base em relatos de usuários, dados reais e análise das páginas que mais ranqueiam hoje, vamos entregar uma explicação clara, confiável e acima da média. Continue lendo e entenda o que fazer para acelerar o pagamento da sua indenização. Quanto tempo a Azul Seguros demora para pagar sinistro? Quanto tempo a Azul Seguros demora para pagar sinistro é uma dúvida comum entre clientes que aguardam a indenização após um acidente ou perda total. Segundo a própria Azul Seguros, o prazo padrão para análise e liberação do pagamento é de 3 dias úteis, contados a partir do envio do último documento exigido no processo. Apesar do prazo oficial ser curto, o que muitos não sabem é que esse tempo só começa a correr após a entrega completa de toda a documentação correta. Isso significa que qualquer documento pendente, enviado errado ou incompleto pode interromper a contagem e causar atrasos significativos. Dados de mercado mostram que, no Brasil, o prazo médio de pagamento de sinistros é de até 30 dias corridos — mas isso depende do tipo de cobertura, da seguradora e da agilidade do segurado na entrega dos documentos. Se você tem dúvidas ou precisa de apoio para garantir que tudo esteja correto desde o início, a AEM Corretora de Seguros oferece consultoria completa e pode ajudar você a acessar os serviços da Azul de forma prática e segura. O que conta como início do prazo para pagamento do sinistro? O prazo de 3 dias úteis informado pela Azul Seguros não começa a contar no dia do acidente ou no momento da abertura do aviso de sinistro. Ele só inicia após o envio do último documento exigido pela seguradora e a confirmação de que está tudo certo com o processo. Esse ponto é decisivo. Muitos clientes acreditam que o prazo começa quando registram o sinistro pelo site ou telefone. Porém, se houver qualquer inconsistência ou documento pendente, a análise não será iniciada — e, consequentemente, o prazo será pausado até a regularização. Resumo prático: Exemplos de situações comuns que atrasam a contagem: Se tiver dificuldades para entender o que falta ou como enviar corretamente, a equipe da AEM Corretora de Seguros pode orientar você passo a passo, reduzindo o risco de atrasos. Contrate o seu seguro agora! Quais documentos são exigidos para receber a indenização? A documentação é o ponto mais sensível do processo. Qualquer erro ou atraso na entrega de um único item pode congelar completamente a análise do sinistro. Por isso, é fundamental entender quais documentos são obrigatórios, e em que momento cada um será solicitado. Checklist básico de documentos para indenização: Observações importantes: Dica prática: envie todos os documentos pelos canais corretos — geralmente via o portal “Acompanhe o Sinistro” ou por login no site da seguradora. Documentos enviados de forma incorreta ou por canais não autorizados podem não ser considerados válidos. O que pode atrasar o pagamento do sinistro na Azul Seguros? Mesmo com o prazo padrão de 3 dias úteis após o envio dos documentos, diversos fatores podem atrasar a liberação da indenização. Muitos desses pontos não estão listados com clareza nos canais oficiais, mas aparecem com frequência em relatos de segurados, especialmente em plataformas como o Reclame Aqui. O primeiro fator que mais causa atrasos é a entrega de documentos incompletos ou com erros. Um boletim de ocorrência com informações divergentes, por exemplo, pode gerar a necessidade de reenvio ou complementação, interrompendo o andamento da análise. Outro ponto crítico são os casos em que o veículo é levado para uma oficina que não está na rede referenciada da Azul. Nesses casos, é comum que haja cobrança de estadia do veículo, e a seguradora só dará andamento ao pagamento após a quitação dessas despesas. Além disso, a remoção do veículo e a vistoria podem sofrer atrasos por questões logísticas que fogem ao controle do segurado. Há também casos em que o veículo possui pendências financeiras, como IPVA atrasado, multas registradas ou alienação fiduciária sem regularização. Nessas situações, a seguradora não conclui o pagamento até que todos os débitos sejam resolvidos e o veículo esteja totalmente desembaraçado. Por fim, situações específicas como nome divergente nos documentos, ausência de assinatura em formulários, e envio de arquivos por canais não autorizados também geram interrupções no processo. Casos de indenização integral: como funciona o processo completo? A indenização integral ocorre quando há perda total do veículo, seja por acidente, roubo, furto sem recuperação ou quando os custos de reparo ultrapassam o valor de mercado do carro. Nestes casos, o processo segue etapas específicas que exigem atenção a cada detalhe para que o pagamento não atrase. O primeiro passo é a constatação da perda total, que pode ser definida pela vistoria da seguradora ou pela análise do laudo da oficina. Após essa confirmação, o segurado é informado e recebe a relação de documentos que precisa entregar. Essa etapa pode envolver documentos adicionais, como autorização para transferência e baixa do veículo no Detran. Após o envio de toda a documentação
Isenção seguro auto Azul: você pode ter direito!
Veja o que mudou nas regras de isenção seguro auto Azul e aprenda como contratar com cobertura total em casos de sinistro integral. A isenção seguro auto Azul pode parecer um benefício reservado a poucos, mas na prática, muitos brasileiros têm direito e nem sabem disso. Você também já teve dúvidas sobre quem pode solicitar ou como funciona esse tipo de cobertura especial? Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA), mais de 230 mil veículos foram vendidos com isenção fiscal para pessoas com deficiência apenas no ano de 2022 — e boa parte desses condutores busca seguradoras que ofereçam condições justas e indenização integral. A Azul Seguros passou a oferecer um benefício importante: cobertura de 100% da Tabela FIPE para quem comprova isenção de IPI e ICMS por motivos de deficiência. Mas será que o seu perfil se encaixa nesse benefício? Este guia vai esclarecer quem tem direito, quais documentos são exigidos e como garantir que você não perca a oportunidade de contratar um seguro com cobertura ampliada. Não corra o risco de contratar um seguro que não contempla seus direitos. Continue lendo e descubra como garantir sua cobertura com isenção. O que é a isenção no seguro auto Azul e por que ela existe? A isenção seguro auto Azul é um benefício que permite condições especiais na contratação do seguro para pessoas que já possuem isenção fiscal na compra do veículo, como o IPI e o ICMS. Isso significa que o cliente pode receber 100% do valor da Tabela FIPE em caso de perda total, mesmo com isenção aplicada na compra. Esse benefício existe porque, até pouco tempo atrás, quem comprava o carro com isenção não conseguia receber o valor total do veículo no seguro. O mercado entendia que, como o carro foi adquirido com desconto fiscal, o valor da indenização deveria ser proporcional ao que foi pago. Essa prática gerava prejuízo para o segurado. Hoje, seguradoras como a Azul reconhecem esse direito e ajustaram suas políticas para atender melhor esse público. Isso evita que a pessoa, após um sinistro, tenha que arcar com a diferença de valor para repor o veículo. A lógica é simples: se o dano foi total, a reposição deve ser justa — com ou sem isenção na compra. Importante lembrar: ao contratar o seguro com a AEM, você recebe suporte completo, inclusive nas dúvidas sobre a aplicação da isenção no seguro auto. Isso evita erros e garante que todos os direitos sejam respeitados. Quem tem direito à isenção no seguro auto Azul? A seguro auto azul isenção está disponível para pessoas que já têm o benefício fiscal na aquisição do veículo. O direito à isenção está previsto na Lei nº 8.989/1995, que permite a compra de automóveis com isenção de IPI e ICMS por pessoas com deficiência física, visual, mental severa ou profunda, e autistas. A lista de quem pode solicitar inclui: Muitas pessoas acreditam que só quem nasceu com deficiência tem esse direito, mas isso não é verdade. Procedimentos médicos que afetam a mobilidade também podem se enquadrar. Se você tem dúvidas sobre seu direito à isenção, a AEM oferece suporte completo durante a contratação do seguro, inclusive na orientação sobre essa etapa — com segurança e sem burocracia. Faça uma cotação agora! Quais documentos são exigidos para comprovar a isenção? Para contratar o seguro com indenização total via isenção, é necessário comprovar que o veículo foi adquirido com os benefícios fiscais de IPI e ICMS. A seguir, veja os principais documentos exigidos: Documentos comuns: Avaliação do Detran: A comprovação médica precisa passar pela junta do Detran do seu estado. É esse órgão que valida o laudo e emite a autorização para isenção. Veja um exemplo de página oficial com instruções diretas: Com a AEM, você não precisa enfrentar esse processo sozinho. Nossa equipe orienta em cada etapa da contratação, inclusive nos documentos que comprovam sua isenção — com segurança e agilidade. Como funciona a cobertura de 100% da Tabela FIPE? A cobertura de 100% da Tabela FIPE é um benefício que protege o segurado com isenção fiscal em caso de indenização integral. Isso significa que, mesmo tendo comprado o carro com desconto de IPI ou ICMS, o cliente receberá o valor cheio da tabela, sem deduções. Esse benefício é essencial para quem comprou o carro com isenção. Afinal, se o veículo for roubado ou tiver perda total, o valor recebido deve permitir a reposição real do bem, sem prejuízos. Exemplo prático: Imagine que você comprou um carro com isenção por R$ 68.000, mas o valor da Tabela FIPE atual é de R$ 80.000. Essa diferença evita que o cliente precise pagar do próprio bolso para substituir o veículo. Dica importante: Ao contratar com a AEM, esse benefício é incluído com orientação completa. Você recebe suporte para ativar essa cobertura corretamente e garantir a proteção completa. Passo a passo para contratar o seguro auto Azul com isenção Contratar o seguro auto Azul com isenção é mais simples do que parece — especialmente com orientação adequada. A seguir, veja o processo completo dividido em etapas práticas: Etapa O que fazer 1. Avaliação médica Obtenha um laudo médico oficial validado por junta do Detran. 2. Solicitação das isenções Solicite isenção de IPI na Receita Federal e ICMS no seu estado. 3. Compra do veículo Adquira o carro com nota fiscal constando as isenções. 4. Documentação completa Organize CNH especial, laudos, nota fiscal e documentos do veículo. 5. Contato com corretor AEM Fale com um especialista da AEM para simular e personalizar seu seguro. 6. Ativação da cobertura Finalize a contratação com a cláusula de 100% da FIPE para veículos com isenção. Atenção: erros comuns que impedem a aprovação da isenção Mesmo quem tem direito à isenção pode perder o benefício por falhas no processo. Conhecer os erros mais frequentes ajuda a evitá-los e garante que tudo ocorra de forma tranquila. Principais erros: Evite prejuízos: Ao contratar o seu seguro auto Azul conosco, você recebe suporte completo para organizar a documentação, revisar
A Azul Seguros parcela em quantas vezes o seguro? Saiba!
Você tem se perguntado “a azul seguros parcela em quantas vezes o seguro”? Veja as opções com ou sem juros e como isso afeta o valor do seu contrato. A Azul Seguros parcela em quantas vezes o seguro? Essa é uma dúvida comum entre motoristas que buscam praticidade no pagamento e não querem comprometer o orçamento de uma só vez. Com o aumento médio de 17,9% no preço dos seguros em 2025, segundo levantamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), entender as condições de parcelamento passou a ser tão importante quanto escolher a cobertura ideal. Você também já se perguntou se vale a pena dividir o valor do seguro? Ou se há cobrança de juros escondidos? A verdade é que nem todas as seguradoras facilitam esse processo, e o consumidor acaba sem respostas claras. Neste conteúdo, você terá informações confiáveis, diretas e atualizadas sobre o parcelamento na Azul Seguros, com detalhes que os sites concorrentes não entregam. Saiba quantas vezes é possível parcelar, quais cartões são aceitos e como escolher a melhor opção para o seu bolso — sem cair em armadilhas. Afinal, a Azul Seguros parcela em quantas vezes o seguro? O parcelamento do seguro é uma das primeiras preocupações de quem está cotando uma apólice. Afinal, ninguém quer comprometer todo o limite do cartão ou pagar à vista um valor alto de uma só vez. Se você quer saber a Azul Seguros parcela em quantas vezes o seguro, a resposta é clara: o cliente pode pagar o seguro em até 10 vezes, conforme as condições da seguradora e do meio de pagamento escolhido. Essa opção oferece flexibilidade e permite ao consumidor escolher o número de parcelas mais adequado para o seu orçamento. Mas há diferenças importantes entre as faixas de parcelamento, principalmente no que diz respeito à presença ou não de juros. Qual o número de parcelas disponível atualmente? Atualmente, a Azul Seguros permite parcelar o valor do seguro em até 10 vezes no cartão de crédito. No entanto, há uma condição importante: o parcelamento sem juros é oferecido somente para até 6 vezes. Se o cliente optar por parcelar em 7, 8, 9 ou 10 vezes, a operação será realizada com acréscimo de juros. Isso precisa ser considerado com atenção no momento da contratação. Segundo dados disponíveis no site da Azul Seguros: Além disso, o limite do cartão precisa comportar o valor total do seguro, mesmo que seja parcelado. O valor integral é lançado no cartão, e as parcelas são cobradas mês a mês pela operadora. Parcelas com ou sem juros: o que muda? A escolha entre pagar com ou sem juros afeta diretamente o valor total pago pelo seguro. Por exemplo, se o seguro custa R$ 2.000, pagar em 6 vezes de R$ 333,33 resultará em R$ 2.000 no final. Já ao optar por 10 vezes com juros de 16,93%, o valor total pode ultrapassar os R$ 2.350. Essa diferença pode não parecer grande à primeira vista, mas representa um aumento de cerca de 17% no custo final. Em contratos de maior valor, o impacto se torna ainda mais significativo. O ideal é simular os dois cenários e verificar se vale a pena alongar o pagamento com juros ou reorganizar o orçamento para pagar em menos vezes e evitar acréscimos. Quais são as bandeiras de cartão aceitas pela Azul? Atualmente, a Azul Seguros aceita os principais cartões de crédito do mercado, incluindo: Essas bandeiras são compatíveis com a maior parte dos cartões emitidos no Brasil. No entanto, é sempre indicado confirmar com o corretor ou diretamente com a seguradora se o seu cartão específico está habilitado para o parcelamento. Vale lembrar que o parcelamento ocorre exclusivamente no cartão. A seguradora não oferece opção de parcelamento via boleto bancário, débito automático ou Pix. Isso limita o acesso ao parcelamento para quem não possui limite de crédito suficiente ou não usa cartão de crédito. Viu só como está fácil adquirir a proteção do seu veículo? Chame a AEM e resolva agora essa pendência! O parcelamento do seguro da Azul Seguros é vantajoso? Muitos motoristas preferem parcelar o seguro para equilibrar os custos mensais. Porém, essa decisão deve considerar o impacto financeiro do parcelamento a longo prazo. Saber se o parcelamento do seguro da Azul Seguros é vantajoso depende de dois fatores principais: o valor total do seguro e a taxa de juros aplicada ao número de parcelas escolhido. Simulações: quanto você paga em cada cenário de parcelamento Vamos simular um seguro com valor total de R$ 2.000,00. Nesse exemplo, parcelar em 10 vezes gera um custo adicional de R$ 350,00 no total, o que representa quase 18% a mais. Portanto, é fundamental considerar o impacto da taxa de juros. Parcelar pode ajudar no curto prazo, mas encarece o seguro ao final do período. Juros ou à vista? Como escolher a melhor opção para seu bolso A decisão entre parcelar ou pagar à vista deve levar em conta sua realidade financeira. Pague à vista se: Parcelar pode ser útil se: Evite parcelar com juros elevados apenas para ter parcelas menores. O acréscimo pode não compensar o alívio financeiro imediato. O parcelamento afeta o valor total do seguro? Sim, o parcelamento com juros aumenta o custo final do seguro. O valor contratado da apólice não muda, mas o que você pagará no total será maior. Esse aumento não altera a cobertura ou os serviços oferecidos pela seguradora, mas pode comprometer seu orçamento ao longo do ano. Por isso, o ideal é sempre fazer simulações com diferentes prazos e escolher aquele que oferece o melhor equilíbrio entre valor das parcelas e custo total do seguro. A Azul Seguros parcela a franquia também? Essa é uma dúvida comum entre segurados. É importante diferenciar o parcelamento do seguro, que é o valor do contrato da apólice, e o pagamento da franquia, que ocorre após um sinistro parcial. Entenda a diferença entre parcelamento do seguro e da franquia O parcelamento do seguro é organizado pela Azul. Já a franquia, em
Quanto fica a parcela de um consórcio de 50 mil? Simulamos para você
Quanto fica a parcela de um consórcio de 50 mil? Veja valores atualizados “Quanto fica a parcela de um consórcio de 50 mil?” Essa é uma pergunta comum entre pessoas que buscam uma alternativa sem juros para adquirir um bem, como um carro popular. A resposta depende de diversos fatores, como o prazo escolhido e as taxas praticadas pela administradora, mas podemos apresentar valores médios com base em dados atuais do setor. Segundo dados da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), a taxa de administração média em 2025 gira entre 14% e 22%, dependendo do tipo de consórcio e da política da administradora. Essa taxa influencia diretamente o valor final das parcelas. Para facilitar sua análise, veja abaixo uma tabela com simulações reais para consórcios de R$ 50.000, com prazos entre 60 e 100 meses, praticadas por administradoras conhecidas no mercado. Também incluímos exemplos de modelos de carro compatíveis com esse valor de crédito. Simulações de Consórcio de R$ 50 mil (valores reais atualizados) Administradora Prazo Parcela Estimada Taxa Adm. Total Modelo de Carro Compatível Magalu Consórcios 97 meses R$ 355,67 18% Renault Kwid Zen 1.0 Embracon 84 meses R$ 410,00 20% Fiat Mobi Like Porto Consórcio 72 meses R$ 505,00 22% Chevrolet Onix Joy HS Consórcios 80 meses R$ 395,00 17% Peugeot 208 Like Sicoob Consórcio 100 meses R$ 340,00 16% VW Gol 1.0 MPI (usado, 2022) O que os valores mostram? Você está escolhendo pelo valor da parcela ou pelo tempo de contemplação? É comum optar pela parcela mais baixa, mas isso pode prolongar o tempo de espera para usar o crédito. Por outro lado, prazos curtos exigem mais disciplina financeira mensal, mas aceleram o processo. Antes de decidir, faça simulações com diferentes prazos e veja o que encaixa melhor no seu orçamento. Um plano bem escolhido evita frustrações e facilita sua conquista. Quais fatores influenciam no valor das parcelas do consórcio? O valor da parcela de um consórcio de 50 mil não é definido apenas pela divisão do valor da carta de crédito pelo número de meses. Diversos fatores interferem diretamente no custo mensal, e entender cada um deles é essencial para fazer escolhas mais seguras e evitar surpresas futuras. A seguir, veja os principais itens que compõem a parcela: Fundo comum É a parte principal da parcela. Representa a fração do valor da carta de crédito que será paga mensalmente. Por exemplo, em um consórcio de 50 mil dividido em 100 meses, o fundo comum corresponde a R$ 500, sem considerar taxas. Esse valor forma o caixa do grupo, utilizado para contemplar os participantes por sorteio ou lance. Taxa de administração É a remuneração da administradora por gerir o grupo. Em média, a taxa de administração gira entre 14% e 22% sobre o valor total da carta de crédito, diluída ao longo do plano. Por exemplo, uma taxa de 18% em um consórcio de R$ 50.000 representa R$ 9.000. Dividida em 100 meses, ela adiciona R$ 90 à parcela. Fundo de reserva É um valor adicional cobrado para proteger o grupo em casos de inadimplência. A média de mercado fica entre 1% e 3% sobre o valor da carta. No exemplo de R$ 50.000 com 2% de fundo de reserva, o valor total seria R$ 1.000, ou R$ 10 por mês em um plano de 100 meses. Seguro Alguns consórcios incluem seguros de vida ou proteção financeira. Isso pode aumentar a parcela em até R$ 20 a R$ 30 mensais, dependendo da cobertura e da idade do participante. Correção monetária As parcelas podem ser reajustadas periodicamente com base em índices como o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) ou IPCA. Isso significa que, ao longo dos anos, o valor mensal pode subir para acompanhar a valorização do bem. Custo final estimado da parcela Veja um exemplo numérico completo, considerando um consórcio de R$ 50.000 com 100 meses de prazo: Esse valor pode ser menor ou maior, conforme o plano e a administradora. Por isso, é importante comparar propostas e entender o contrato antes de fechar negócio. Simulações reais: consórcio de R$ 50 mil em 24, 60 e 120 meses A escolha do prazo é um dos pontos mais importantes na contratação de um consórcio. Ele define o valor mensal, o tempo de comprometimento e a sua estratégia para contemplação. A seguir, veja três simulações reais baseadas em condições praticadas por administradoras em 2025: Prazo de 24 meses Ideal para quem tem maior capacidade financeira mensal e deseja quitar rapidamente. É comum nesse prazo a contemplação ocorrer por lance. Prazo de 60 meses É um equilíbrio entre parcela acessível e prazo mediano. Atende perfis que buscam planejamento e controle financeiro, com expectativa de contemplação no médio prazo. Prazo de 120 meses É a opção com menor impacto mensal, mas exige mais tempo de comprometimento. O custo final do consórcio tende a ser mais elevado devido aos reajustes acumulados. Comparativo final Prazo Parcela Estimada Custo Total com Taxas Perfil Ideal 24 meses R$ 2.130,20 R$ 51.124,80 Alta renda, urgência na contemplação 60 meses R$ 1.000,00 R$ 60.000,00 Planejamento equilibrado 120 meses R$ 508,33 R$ 61.000,00 (estimado) Baixa renda, longo prazo, paciência Os valores apresentados são baseados em administradoras como Magalu Consórcios, Porto Seguro, Embracon e HS Consórcios. Essa comparação ajuda a visualizar como o prazo impacta diretamente tanto o valor mensal quanto o custo total do consórcio. Avaliar bem o seu orçamento e os seus objetivos é o melhor caminho para escolher um plano que funcione na prática, sem apertos ou arrependimentos. Para otimizar ainda mais o seu processo de contratação do consórcio ideal, use o nosso comparador gratuito. Consórcio ou financiamento? Qual é mais vantajoso para quem precisa de R$ 50 mil Quem precisa de R$ 50 mil para comprar um bem, como um carro, pode se deparar com duas opções principais: consórcio ou financiamento. Ambas têm vantagens e desvantagens, e a escolha ideal depende do perfil financeiro e da urgência de quem contrata. Veja a seguir uma comparação clara entre essas modalidades: Consórcio de
Renovação seguro auto Azul: prazos, valores e como fazer
No que consiste a renovação do seguro auto Azul e por que ela importa? Renovar o seguro auto Azul significa estender a vigência da sua apólice por mais um período, normalmente de 12 meses, mantendo ou ajustando as coberturas contratadas anteriormente. Esse processo evita que você fique sem proteção contra acidentes, roubos ou prejuízos causados a terceiros. Pode parecer um detalhe técnico, mas a renovação é o que garante a continuidade da sua segurança no trânsito. Deixar o seguro vencer significa ficar exposto a riscos financeiros inesperados. Em muitos casos, motoristas só percebem que o seguro expirou quando mais precisam dele — após uma colisão ou furto. Além disso, quando você renova com a AEM Corretora, é possível revisar coberturas, atualizar dados do veículo ou do condutor e até conseguir melhores condições sem precisar passar por um processo de contratação do zero. Isso traz economia de tempo e manutenção de benefícios, como o bônus por bom histórico. Manter seu seguro renovado é mais do que uma obrigação contratual: é uma medida prática para proteger seu patrimônio e sua tranquilidade. Renovação seguro auto Azul: prazos e regras que você precisa conhecer A renovação do seguro para carro da Azul não acontece automaticamente. É importante acompanhar os prazos e regras específicas para garantir que não haja interrupção da cobertura. Quando renovar? O ideal é iniciar o processo de renovação entre 30 e 45 dias antes da data de vencimento da apólice atual. Isso oferece tempo suficiente para revisar condições, atualizar dados e garantir que tudo esteja regularizado sem pressa. O que acontece se passar do prazo? Se o seguro vencer e você não renovar a tempo, podem ocorrer as seguintes consequências: Segundo a Confederação Nacional das Seguradoras, cerca de 18% das renovações no Brasil ocorrem com atraso, o que afeta diretamente o valor final pago na nova apólice. Para evitar esses riscos, a AEM Corretora de Seguros acompanha sua vigência atual e entra em contato com antecedência, garantindo que você tenha tempo de tomar decisões com calma. Você pode revisar valores, trocar coberturas e esclarecer todas as suas dúvidas com um especialista. Quais documentos são necessários para renovar o seguro auto Azul? Renovar o seguro com a AEM Corretora de Seguros é simples e direto. Para iniciar o processo, você precisa reunir apenas alguns documentos básicos, que serão usados para confirmar suas informações e atualizar a apólice. Veja abaixo os principais: 1. CNH (Carteira Nacional de Habilitação) 2. Documento do veículo (CRLV-e) 3. Apólice anterior ou número da proposta 4. Comprovante de endereço 5. Informações adicionais (quando houver) Se houver qualquer dúvida sobre o envio, a nossa equipe orienta em cada etapa, evitando retrabalho e assegurando que sua renovação aconteça com agilidade e sem surpresas. Fale a gente! Como renovar o seguro auto Azul com a AEM Corretora de Seguros? Renovar seu seguro auto Azul com a AEM é simples, direto e sem burocracia. O processo pode ser feito com atendimento humano, por telefone, WhatsApp ou e-mail, com suporte de um especialista. Veja o passo a passo: 1. Entre em contato com a gente Informe que deseja renovar seu seguro Azul. Você pode usar o canal de atendimento mais conveniente: telefone, WhatsApp ou formulário no site. 2. Confirme seus dados e os do veículo Um consultor vai verificar as informações da apólice anterior, confirmar dados pessoais e validar se houve alterações no veículo, endereço ou uso. 3. Receba a proposta de renovação Com base no seu perfil, histórico e nas atualizações feitas, a equipe envia uma nova proposta com valores, coberturas e condições atualizadas. 4. Escolha a forma de pagamento Você pode optar por pagamento à vista ou parcelado, de acordo com as opções disponíveis para seu perfil. 5. Acompanhe a emissão da nova apólice Após a aceitação, o processo segue para emissão e você recebe sua nova apólice válida por e-mail ou WhatsApp, com cobertura ativa. Esse processo leva, em média, de 1 a 2 dias úteis, quando feito com antecedência e sem pendências. Em caso de dúvidas, o consultor da AEM orienta em cada etapa. Quanto custa renovar o seguro auto Azul e o que pode afetar o valor? O valor da renovação do seguro auto Azul não é fixo e pode variar de acordo com vários fatores. Mesmo que você mantenha o mesmo veículo e perfil, os critérios de precificação são atualizados a cada vigência. Veja os principais pontos que influenciam o preço: 1. Histórico de sinistros Se você acionou o seguro na vigência anterior, o valor tende a aumentar, pois o risco é recalculado. 2. Classe de bônus A cada renovação sem sinistro, você acumula bônus, que podem gerar descontos significativos no valor da apólice. 3. Troca de veículo ou condutor Mudanças no carro segurado ou no perfil do motorista podem alterar o valor final da renovação. 4. Região e uso do veículo Local de residência, deslocamento diário, uso para trabalho ou lazer impactam diretamente o risco calculado. 5. Atualização de dados Alterações como mudança de endereço, estado civil ou número de condutores afetam a precificação. Segundo a Fenacor, o valor da renovação pode variar até 25% para cima ou para baixo, dependendo do histórico e das mudanças cadastrais realizadas no momento da renovação. Por isso, é fundamental revisar todos os dados com atenção antes de aceitar a proposta final. Isso evita surpresas e garante uma renovação justa para seu perfil. Quais vantagens você mantém ou ganha ao renovar com a AEM? Renovar o seguro auto Azul com a mesma corretora oferece vantagens que vão além do preço. O relacionamento construído ao longo do tempo facilita o entendimento do seu perfil e traz soluções mais ajustadas às suas necessidades. Confira os principais benefícios de renovar com a AEM: 1. Manutenção do bônus acumulado Ao renovar com a mesma corretora, o controle do seu histórico é mais eficiente, evitando erros que possam eliminar seu desconto por tempo de contrato. 2. Facilidade no atendimento O atendimento é mais rápido e assertivo. A equipe já conhece seu histórico e pode
Azul seguro auto leve: proteção ideal com economia para 2026
Conheça o Azul Seguro Auto Leve e descubra se ele é a opção ideal entre custo e proteção para o seu carro. Veja vantagens agora! O Azul seguro auto leve é uma das alternativas mais procuradas por motoristas que querem proteção essencial, com custo reduzido e contratação sem complicação. Mas será que esse tipo de seguro realmente vale a pena para você? Segundo a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em 2023, os seguros de automóveis representaram mais de R$ 52 bilhões em prêmios no Brasil — um número que mostra o quanto os brasileiros estão buscando proteção, especialmente frente ao aumento de roubos e acidentes leves em áreas urbanas. Você sabia que milhares de pessoas já optaram pelo Azul Auto Leve justamente por ser uma solução mais enxuta e direta, mas com coberturas essenciais? A proposta do plano é oferecer segurança real com investimento menor — sem excluir serviços fundamentais, como assistência 24h e cobertura contra roubo, furto e colisão. Você também já pensou em contratar um seguro mais acessível, mas teve receio de abrir mão de coberturas importantes? Na nossa conversa de hoje esclareceremos tudo. Vamos explicar o que é o Azul Seguro Auto Leve, quais são seus principais benefícios, como ele se compara aos concorrentes e o que você precisa analisar antes de decidir. Se você está em busca de proteção com economia, este conteúdo é para você. Como funciona o Azul Seguro Auto Leve e para quem ele foi criado? Azul seguro auto leve é um plano simplificado, desenvolvido para motoristas que querem economizar sem abrir mão da proteção essencial do carro. Ele foi pensado para quem usa o veículo no dia a dia, mas não quer pagar por coberturas que raramente utiliza. Em vez de oferecer dezenas de coberturas avançadas, o Azul Auto Leve foca no que realmente importa: colisão, incêndio, roubo, furto e assistência 24h. A ideia é eliminar a burocracia e entregar uma experiência direta, com contratação simplificada e custo mais acessível. Para quem vale a pena? Esse plano é ideal para: Segundo dados da SUSEP, mais de 30% das apólices de seguros de automóveis vendidas em 2023 no Brasil foram de categorias simplificadas, como o modelo leve. Resumo rápido: O Azul Seguro Auto Leve foi criado para oferecer proteção básica, com contratação facilitada e um valor de prêmio menor. É uma alternativa prática para quem não precisa de tudo, mas não quer ficar sem nada. Quanto custa o Azul Seguro Auto Leve e o que afeta esse valor? O azul seguro auto leve costuma ter um preço entre 20% e 40% mais barato do que um seguro completo tradicional, justamente por ser mais enxuto e flexível. O valor varia conforme fatores como: Exemplos de preço do Azul Seguro Auto Leve (estimativas) Modelo do veículo Perfil do condutor Localização Valor estimado (anual) Chevrolet Onix 2020 Homem, 35 anos, casado, sem sinistros Belo Horizonte/MG R$ 950,00 Hyundai HB20 2018 Mulher, 42 anos, com bônus classe 4 Curitiba/PR R$ 870,00 Fiat Argo 2021 Jovem, 24 anos, 1º seguro São Paulo/SP R$ 1.245,00 Toyota Corolla 2015 Homem, 50 anos, uso moderado Recife/PE R$ 1.225,00 * Valores estimados com base em cotações médias reais feitas por corretores independentes e portais especializados em 2023. Pode haver variação conforme análise individual de risco. Dica extra para economizar: O Azul Seguro Auto Leve se adapta ao perfil do cliente, o que o torna ideal para quem busca valor justo e proteção nos momentos certos, sem pagar por coberturas desnecessárias. Quer saber o seu valor? Faça uma simulação personalizada e descubra quanto o Azul Auto Leve custaria para o seu carro. Seguro Azul Auto Leve é bom mesmo? Veja análise completa Muita gente pergunta: seguro azul auto leve é bom? A resposta depende das suas necessidades, mas os dados indicam que sim — principalmente para quem busca uma opção mais enxuta e econômica. Cobertura eficiente para situações comuns O plano cobre os eventos mais frequentes entre os segurados no Brasil: colisões leves, roubo, furto e incêndios. Além disso, conta com reboque de até 200km, troca de pneu, chaveiro e ajuda em caso de pane seca ou bateria descarregada. Qualidade no atendimento A Azul Seguros faz parte da Porto Seguro, uma das empresas mais respeitadas do setor. Segundo o Índice de Satisfação do Consumidor (ISC) publicado pela Reclame Aqui, a Porto mantém reputação “ótima” com mais de 90% de respostas aos clientes nos últimos 12 meses. Custo-benefício real O seguro Auto Leve geralmente custa entre 20% a 40% menos do que um plano completo da mesma seguradora, dependendo do perfil do condutor e do veículo. Prova social Milhares de motoristas já utilizam esse plano. A popularidade do produto cresceu especialmente entre clientes que buscam economia, mas ainda querem tranquilidade no trânsito. Você também quer pagar menos sem ficar desprotegido? O Azul Auto Leve pode ser exatamente o que procura. Quais coberturas estão incluídas no Azul Seguro Auto Leve? A proposta do Azul Seguro Auto Leve é entregar o essencial. Isso significa que ele cobre as situações mais comuns — aquelas que realmente causam prejuízo no dia a dia. Vamos ao que está incluído: Coberturas básicas Essas coberturas são as que os motoristas mais utilizam, segundo relatório de sinistros da CNseg. Coberturas adicionais (opcionais) Você também pode contratar, se quiser: Isso permite que o plano se ajuste ao seu perfil, sem forçar coberturas que você não precisa. Exemplo prático: Imagine que você tenha um Corolla 2015 e mora em uma cidade com alto índice de furto. Com o Azul Auto Leve, você paga menos, mas ainda tem cobertura contra roubo, assistência 24h e danos a terceiros. Isso já resolve boa parte dos riscos. Importante: As coberturas podem variar conforme o perfil do cliente e o modelo do carro. Sempre consulte a cotação para ver o que se aplica ao seu caso. Diferenças entre Azul Auto Leve e o Seguro Auto Completo Embora ambos ofereçam proteção para o seu veículo, o Azul Auto Leve e o Seguro Auto Completo da Azul Seguros atendem perfis
Ressarcimento por valor pago em consórcio: veja seus direitos
Você cancelou o consórcio? Veja quando e como o ressarcimento por valor pago em consórcio é feito, conforme regras válidas atualmente. O ressarcimento por valor pago em consórcio é uma dúvida comum entre quem cancela sua participação antes da contemplação. Você já passou por isso ou conhece alguém que precisou desistir de um consórcio e ficou sem resposta clara sobre quando vai receber o dinheiro de volta? Segundo dados do Banco Central, só em 2024, mais de 2,5 milhões de contratos de consórcio foram encerrados antes do prazo final no Brasil. Muitos desses consumidores ainda não sabem que o ressarcimento pode levar anos, dependendo do tipo de grupo e das regras aplicadas. Especialistas explicam que os prazos e condições de devolução variam conforme a legislação, o contrato e o motivo da rescisão. E é justamente aí que moram as maiores confusões — e oportunidades para fazer valer seus direitos. Você está no lugar certo para entender tudo isso de forma clara, sem juridiquês e sem enrolação. Continue lendo! Como funciona o ressarcimento por valor pago em consórcio? O ressarcimento por valor pago em consórcio é o direito que o participante tem de receber de volta parte do valor que contribuiu, caso seu contrato seja encerrado antes da contemplação. Esse encerramento pode acontecer por desistência voluntária, exclusão por inadimplência ou rescisão por outro motivo previsto no contrato. Na maioria dos casos, o consorciado que sai do grupo não tem acesso imediato ao dinheiro pago. Ele entra numa fila de espera para receber de volta o valor correspondente à sua cota. Essa fila é composta por ex-consorciados aguardando a contemplação por sorteio ou o encerramento do grupo. O valor restituído não é o valor integral pago. Ele sofre deduções como taxa de administração, fundo de reserva e outras previstas em contrato. O cálculo também não inclui correção monetária obrigatória, a menos que o contrato ou a Justiça assim determine. A lógica por trás dessa regra é simples: os recursos pagos alimentam o grupo e viabilizam a contemplação de outros consorciados. Antecipar pagamentos a quem saiu poderia comprometer o equilíbrio financeiro do grupo. Quando o consorciado tem direito à devolução dos valores pagos? Todo consorciado tem direito à devolução dos valores pagos, desde que não tenha sido contemplado com a carta de crédito. Mas o prazo e a forma de restituição mudam conforme a situação de saída do grupo. Veja os principais casos: Desistência voluntária (sem vício no contrato) Se o consorciado decide sair por vontade própria, a regra geral é: O valor será devolvido até 30 dias após o encerramento do grupo. Essa regra está prevista na Lei 11.795/2008, art. 30, §1º. Exclusão por inadimplência Se o consorciado é excluído por falta de pagamento, ele ainda mantém o direito ao ressarcimento, mas nas mesmas condições da desistência voluntária — ou seja, após o fim do grupo ou por sorteio. Rescisão por erro, fraude ou propaganda enganosa Se houver vício de consentimento, como propaganda enganosa, erro ou omissão, o consorciado pode acionar a Justiça para obter a devolução imediata e integral dos valores pagos, com base nos artigos 171 e 182 do Código Civil. Um caso julgado em 2025 pelo TJDFT reconheceu a devolução imediata quando o consumidor pensou estar contratando financiamento, mas foi inserido em um consórcio sem a devida explicação. O que diz a Lei 11.795/2008 sobre consórcio e restituição? A Lei 11.795/2008, conhecida como Lei dos Consórcios, regulamenta como deve ser feita a restituição dos valores pagos pelo consorciado desistente ou excluído. O principal ponto está no artigo 30, que estabelece o seguinte: “É assegurado ao consorciado não contemplado e excluído o direito à restituição das quantias pagas, na forma prevista no contrato de adesão.” A lei permite que o contrato defina como e quando essa devolução ocorrerá, desde que respeite o prazo máximo legal. A maioria dos contratos adota a devolução: Qual o prazo legal para o ressarcimento em consórcios cancelados? De acordo com o Tema 312 do STJ, o prazo legal para restituição é: “Em até 30 dias a contar do prazo previsto contratualmente para o encerramento do plano.” Ou seja, mesmo que o grupo dure anos, o ex-consorciado pode ter que esperar até o fim para receber. Por isso, é importante ler o contrato com atenção antes de assinar. Existe diferença entre lei antiga e nova? Sim. A Lei 11.795/2008 passou a valer para grupos formados após 06/02/2009. Grupos anteriores ainda podem estar sujeitos às regras da época, geralmente menos específicas. Na prática: Isso explica por que alguns consorciados ainda enfrentam diferenças na forma de ressarcimento, mesmo estando em situações parecidas. Quer contratar um consórcio de forma totalmente informada e consciente? Conte com a AEM! Ressarcimento imediato por erro, engano ou propaganda enganosa O ressarcimento por valor pago em consórcio pode ser imediato em situações onde o contrato foi firmado com base em informações falsas, omissões ou má-fé. Isso ocorre quando o consumidor é induzido a erro ou não é devidamente informado sobre a natureza do consórcio, caracterizando vício de consentimento. Nesses casos, o contrato pode ser anulado judicialmente, e o consorciado tem direito à devolução integral dos valores pagos, sem precisar aguardar sorteio ou o encerramento do grupo. Essa possibilidade está prevista no Código Civil, artigos 138 a 171, que tratam de erro, dolo e coação como causas de anulação do negócio jurídico. O que caracteriza vício de consentimento em consórcio? O vício de consentimento acontece quando o consumidor é induzido a acreditar que está contratando algo diferente do que realmente é oferecido. Exemplos práticos: Em qualquer desses cenários, a Justiça pode entender que o contrato é inválido e ordenar a restituição imediata dos valores pagos. Quando a devolução é imediata por decisão judicial? A devolução imediata é determinada judicialmente quando há provas de que o consumidor não teve ciência plena da natureza do contrato. Isso já foi reconhecido em várias decisões, como: “A autora foi induzida a erro, acreditando que estava firmando financiamento imobiliário. […] A restituição dos valores deve ocorrer de forma integral
Azul seguro auto roubo: entenda e veja se vale a pena
Saiba o que o Azul seguro auto roubo cobre, como contratar, quando usar e por que pode ser a melhor escolha de seguro da atualidade. O Azul seguro auto roubo é uma das soluções mais buscadas por quem deseja proteger o carro contra crimes que, infelizmente, são cada vez mais comuns no Brasil. Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foram registrados mais de 400 mil casos de roubo e furto de veículos em 2023 — um número que reforça a importância de pensar na segurança do seu patrimônio. Você já se perguntou o que realmente está coberto nesse tipo de seguro? Será que ele é indicado para o seu caso? E mais importante: vale mesmo a pena contratar? Estas são dúvidas legítimas — e muito frequentes. Este guia direto e prático vai responder, com clareza, o que é o Azul seguro auto roubo, como ele funciona, para quem é indicado e quais pontos você precisa analisar antes de contratar. Se você está comparando opções ou tentando entender melhor essa proteção, continue lendo. Este conteúdo é feito para você. Dica rápida: este seguro pode ser até 40% mais barato que o seguro completo. Mas há detalhes importantes que você precisa conhecer antes de decidir. Como funciona o Azul seguro auto roubo? O Azul Seguro Auto Roubo é uma modalidade de seguro com foco exclusivo em proteger o veículo contra roubo, furto e incêndio. Ele é ideal para quem quer uma cobertura mais acessível do que um seguro completo, mas ainda assim garantir proteção contra os principais riscos patrimoniais. O funcionamento é simples: caso o veículo seja roubado ou furtado e não recuperado, o segurado recebe uma indenização com base na Tabela Fipe, respeitando o percentual contratado no momento da apólice. O mesmo vale para situações de perda total por incêndio. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2024, mais de 1.100 carros são roubados ou furtados por dia no Brasil. A cada 39 segundos, um veículo é levado. Se você tem um carro com maior risco de roubo ou reside em regiões com altos índices de criminalidade, essa modalidade pode representar uma economia de até 40% em relação ao seguro completo, mantendo a cobertura essencial. Quais coberturas o Azul seguro auto roubo oferece? O Azul Seguro Auto Roubo oferece uma estrutura de coberturas enxuta, porém funcional, com a possibilidade de personalizar a apólice com proteções extras. Roubo, furto e incêndio: o que está incluído? A cobertura principal inclui: A indenização será calculada com base na Tabela Fipe, conforme o percentual contratado (por exemplo, 100% da Fipe). Exemplo real: Se você contratou cobertura de 100% da Tabela Fipe e seu carro é avaliado em R$ 45.000, você receberá esse valor caso o veículo seja roubado e não encontrado. Não estão inclusas as coberturas de colisão, alagamento ou danos ao veículo em acidentes. Para esses eventos, é necessário um seguro completo. Coberturas complementares disponíveis É possível adicionar coberturas extras para ampliar a proteção e oferecer mais comodidade: Essas coberturas são opcionais, mas aumentam significativamente a proteção, especialmente para quem dirige diariamente ou percorre longas distâncias. Quanto custa o Azul seguro auto roubo? O custo do Azul Seguro Auto Roubo é definido com base em diversos fatores. A proposta da Azul é oferecer uma alternativa de baixo custo com cobertura essencial. Fatores que influenciam no valor Entre os principais fatores que influenciam o valor da apólice estão: Além disso, clientes Itaú ou Porto Bank podem receber descontos entre 5% e 10%, conforme a política vigente no momento da contratação. Exemplos práticos de cotação De acordo com simulações médias de mercado: Modelo Ano Cidade Valor estimado (R$) Fiat Argo Drive 1.0 2020 São Paulo – SP R$ 850 a R$ 1.200 Chevrolet Onix LT 1.0 2019 Rio – RJ R$ 980 a R$ 1.450 Hyundai HB20 Vision 1.0 2021 Belo Horizonte R$ 900 a R$ 1.350 Os valores são estimativas. Para saber o valor exato, é necessário realizar uma cotação personalizada com base no seu perfil e veículo. O que o Azul Seguro Auto Roubo não cobre? Entender o que não está incluído na apólice do Azul Seguro Auto Roubo é tão importante quanto saber o que está. Muitos contratam esse seguro acreditando estar protegidos contra qualquer eventualidade, mas ele possui limitações claras, como todo produto de cobertura parcial. Confira abaixo o que não está coberto: Importante: A Azul avalia cada caso conforme as Condições Gerais da apólice, por isso é essencial ler o contrato antes de contratar. Qual a diferença entre seguro auto completo e o seguro da Azul focado apenas em roubo? Muitos motoristas ficam em dúvida: devo contratar o Azul Seguro Auto Roubo ou o seguro auto completo? A resposta depende do seu perfil de risco, uso do carro e valor que está disposto a investir. Para ajudar, veja a tabela comparativa abaixo: Critério Seguro Auto Completo Azul Seguro Auto Roubo Cobertura contra colisão Sim Não Cobertura contra roubo/furto Sim Sim Cobertura contra alagamento Sim Não Cobertura contra incêndio Sim Sim Danos a terceiros Sim (geralmente incluso) Opcional Carro reserva Sim (plano mais completo) Opcional Franquia Sim (exceto em perda total) Sim, conforme coberturas adicionais Preço médio Alto (R$ 2.000 – R$ 4.000 anuais) Baixo (R$ 800 – R$ 1.400 anuais) Perfil ideal Carros novos ou com alto valor Carros usados ou de médio valor O Azul seguro auto roubo é uma alternativa mais enxuta e econômica, ideal para quem busca proteção apenas para os riscos mais críticos e frequentes. Azul seguro auto roubo vale a pena mesmo? Essa é uma das perguntas mais comuns entre motoristas que avaliam opções de seguro mais acessíveis. A resposta é: depende do seu perfil, localização e valor do carro. Vamos analisar os cenários em que o produto faz sentido — e quando pode não ser a melhor escolha. Quando o seguro contra roubo é mais indicado? O Azul Seguro Auto Roubo pode ser vantajoso em diversos casos: Casos em que pode não ser vantajoso Por outro lado, o seguro auto roubo pode
A Azul Seguros parcela valor de franquia? Veja aqui!
Veja se a Azul Seguros parcela valor de franquia, como é feito o pagamento e o que você deve considerar após um sinistro. [Atualizado] Muita gente tem dúvida sobre se a Azul Seguros parcela valor de franquia. Em sua maioria são motoristas que se deparam com um sinistro e não sabem exatamente como funciona o pagamento da franquia. Afinal, arcar com um valor alto de forma inesperada pode comprometer o orçamento de muitas famílias. De acordo com dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), cerca de 60% dos brasileiros não têm reservas para emergências automotivas. Por isso, quando o imprevisto acontece, saber como será feito o pagamento da franquia deixa de ser um detalhe e passa a ser uma prioridade. Se essas perguntas já passaram pela sua cabeça, fique tranquilo: neste conteúdo, você encontrará respostas diretas, exemplos reais e orientações práticas para entender tudo sobre o pagamento da franquia com a Azul Seguros. Continue lendo e descubra o que realmente acontece quando chega a hora de pagar a franquia do seu seguro auto. A Azul Seguros parcela o valor de franquia? Entenda tudo sobre o pagamento desse valor A Azul Seguros parcela valor de franquia? Essa pergunta surge com frequência entre segurados que enfrentam um sinistro e se preocupam com o impacto financeiro da franquia. A resposta direta é: a Azul Seguros não realiza o parcelamento da franquia diretamente ao cliente, porque o valor da franquia não é pago à seguradora, mas sim diretamente à oficina responsável pelos reparos. Ou seja, o parcelamento pode existir, mas depende das condições oferecidas pela oficina escolhida, não da Azul Seguros. Importante: A seguradora apenas determina o valor da franquia, que estará detalhado na apólice. O pagamento e suas condições (à vista, cartão, parcelado) são definidos pelo local que executará o serviço. Algumas oficinas parceiras aceitam parcelamento no cartão de crédito, geralmente em 2x ou 3x, mas isso varia conforme a política do estabelecimento. Por isso, vale sempre perguntar antes da autorização dos reparos. Como funciona o pagamento da franquia no seguro auto da Azul Seguros? Quando ocorre um sinistro coberto pela apólice (como batida, alagamento ou colisão leve), o segurado precisa participar com uma parte do valor do conserto: essa é a chamada franquia. Na prática, o processo de pagamento da franquia com a Azul Seguros segue estas etapas: O valor da franquia é fixado no contrato e pode variar conforme o tipo de franquia escolhida (básica, reduzida ou majorada). Falaremos disso no próximo tópico. Atenção: sempre peça um orçamento discriminando o valor total do reparo e o valor da franquia. Assim, você garante que está pagando o correto e evita surpresas. Chamada à ação personalizada: Está em dúvida sobre como será o pagamento no seu caso? Fale com o corretor ou atendimento da Azul para verificar as oficinas parceiras que oferecem condições flexíveis! Quais são os tipos de franquia disponíveis na Azul Seguros e como impactam o seu seguro? A Azul Seguros oferece três categorias principais de franquia, cada uma com impacto direto no valor do seguro e no quanto você pagará em caso de sinistro. Vamos às opções: Franquia Básica (ou Normal) Franquia Reduzida Franquia Majorada Resumo rápido: Tipo de Franquia Valor da Franquia Valor do Seguro Reduzida Menor Maior Básica Médio Médio Majorada Maior Menor Qual escolher? Depende do seu perfil. Se você prefere previsibilidade, escolha a reduzida. Se quer economizar no seguro, a majorada pode fazer sentido – mas lembre-se de que o custo em um sinistro será alto. Importante: esses tipos de franquia podem ou não ser parceláveis, dependendo da oficina onde você fará o reparo, não da Azul. Consulte antes. O seu carro já tem seguro? Não?! Então não perca mais tempo dando sopa para o azar. Contrate agora! Posso parcelar a franquia com a Azul Seguros? Veja todas as condições e opções de pagamento Essa é uma dúvida essencial para quem está diante de um sinistro: “A Azul Seguros parcela o valor da franquia?” A resposta direta é: não, a Azul Seguros não parcela diretamente a franquia, porque esse valor não é pago à seguradora, e sim à oficina que fará o reparo. O que isso significa na prática? Você não negocia esse valor com a seguradora, mas com a oficina credenciada onde o veículo será consertado. Assim, as condições de pagamento – à vista, em cartão ou parcelado – dependem da política da oficina. Em quais casos posso parcelar a franquia? Algumas oficinas da rede referenciada da Azul oferecem parcelamento diretamente no cartão de crédito, geralmente em 2x a 4x sem juros, ou até parcelamentos maiores com juros. No entanto, isso não é uma regra. Cada oficina define: Exemplo prático: Imagine que sua franquia seja de R$ 2.000. Você foi direcionado a uma oficina parceira da Azul, que permite o parcelamento em 3x no cartão, sem juros. Você paga: Como saber se a oficina aceita parcelamento? Dica de ouro: Peça mais de uma opção de oficina. Compare preços e condições de pagamento. Isso pode representar economia real no seu bolso. Franquia reduzida ou franquia majorada: qual escolher para pagar menos? A escolha entre franquia reduzida e franquia majorada interfere diretamente no quanto você paga mensalmente pelo seguro e no momento do sinistro. Entender essa diferença evita surpresas e te ajuda a fazer a melhor escolha para seu orçamento. Franquia Reduzida Exemplo realista: Franquia Majorada Exemplo realista: Qual escolher para pagar menos? Depende do seu perfil: Perfil do segurado Melhor opção Usa muito o carro e tem histórico de sinistros Franquia Reduzida Usa pouco o carro e quer economia Franquia Majorada Quer equilíbrio entre seguro e franquia Franquia Básica Você tem reserva para pagar uma franquia alta de forma imprevista? Se não, a reduzida pode ser mais segura – mesmo que o seguro custe mais. Deixe com a AEM a missão de te ajudar a encontrar o melhor seguro auto. Somos especialistas no assunto! O que muda no seu seguro auto ao optar por uma franquia reduzida ou majorada? A escolha da franquia vai além










