Saiba como acionar o seguro Azul para terceiros, entenda quem pode solicitar, documentos exigidos, prazos e o que acontece após o sinistro. “Como acionar o seguro Azul para terceiros?” é uma dúvida comum entre motoristas envolvidos em acidentes com segurados da empresa. Você também já se viu nessa situação, sem saber por onde começar? A falta de informação clara faz com que muitos terceiros percam prazos, enviem documentos incompletos ou desistam do processo antes mesmo de iniciar. Segundo um levantamento do site Reclame Aqui, o termo “sinistro Azul Seguros” acumula mais de 3.200 queixas registradas desde 2021, grande parte relacionada a falta de orientação para quem não é o segurado direto. Mas você não precisa passar por isso. No nosso compilado passo a passo de hoje, vamos mostrar um tutorial real e atualizado de como acionar o seguro Azul quando você é o terceiro envolvido no acidente. Sem termos técnicos desnecessários. Sem enrolação. Está com pouco tempo? Não perca a chance de evitar erros que podem atrasar sua indenização. O que significa acionar o seguro como terceiro? Você se envolveu em um acidente e o outro motorista possui seguro da Azul? Então você é o terceiro nesse sinistro. Na linguagem dos seguros, “terceiro” é qualquer pessoa que sofreu danos por causa de um segurado, mas que não faz parte da apólice. Acionar o seguro como terceiro significa entrar em contato com a seguradora da outra parte para solicitar a cobertura pelos danos causados. Isso vale para situações como: Importante: O terceiro não aciona diretamente a seguradora primeiro — é o segurado quem precisa registrar o sinistro antes. Só depois disso o terceiro pode acessar o portal da Azul e acompanhar o processo. Dica útil: Salve sempre o número do sinistro e os dados do segurado. Sem essas informações, a Azul não permite o envio de documentos. Como acionar o seguro Azul para terceiros: passo a passo oficial Muitos terceiros enfrentam dificuldades na hora de solicitar a cobertura do seguro, principalmente por falta de orientação adequada. Veja a seguir um passo a passo prático para esse procedimento. E claro, a AEM Corretora de Seguros pode te ajudar com isso também: 1. Confirme se o sinistro já foi registrado pelo segurado Antes de iniciar qualquer ação, é fundamental saber se o segurado já registrou a ocorrência junto à seguradora. Esse é um pré-requisito para que o terceiro possa seguir com o processo. 2. Reúna os dados essenciais do sinistro Você vai precisar de informações básicas, como número do sinistro, nome completo do segurado, data da ocorrência e detalhes do acidente. 3. Organize os documentos obrigatórios Cada situação exige uma combinação de documentos específicos. A AEM disponibiliza uma orientação personalizada, ajudando você a entender exatamente o que deve ser reunido no seu caso, para evitar atrasos e recusas por inconsistência de informações. 4. Acompanhe o andamento com suporte especializado Ao longo do processo, é comum surgirem dúvidas sobre prazos, retorno da seguradora ou solicitação de documentos complementares. A nossa equipe está pronta para acompanhar seu caso e oferecer suporte completo, evitando que o processo fique parado ou se perca em burocracias. Se você está inseguro sobre como agir ou não quer correr riscos, a AEM pode cuidar de todo o processo com você, com clareza e eficiência, do início ao fim. Quem pode acionar o seguro Azul para terceiros? Muitos acreditam que qualquer pessoa envolvida no acidente pode acionar o seguro da Azul como terceiro. Mas isso não é verdade para todos os casos. A seguradora reconhece como terceiros válidos apenas as seguintes pessoas: Proprietário do bem atingido Se você é dono do veículo, imóvel ou objeto danificado pelo segurado, tem direito legal de solicitar a cobertura. Condutor no momento do acidente (com autorização) Se o veículo é de outra pessoa, você pode ser considerado terceiro desde que o proprietário autorize a abertura e envie os documentos corretos. Representante legal (em casos especiais) Para menores de idade, pessoas jurídicas ou em situações de sinistro com vítimas, representantes legais podem acionar a seguradora com a devida documentação. Quem não pode acionar: Antes de iniciar o processo, verifique se você se enquadra como terceiro legalmente reconhecido pela Azul. Isso evita perda de tempo e recusas. Quando e por que acionar o seguro Azul como terceiro? Acionar o seguro como terceiro é necessário quando você sofre um prejuízo causado por alguém que possui seguro com cobertura para terceiros. Isso acontece, por exemplo, quando o seu carro é atingido por outro veículo, ou quando há danos em sua propriedade, como muros, portões ou fachadas, em função de um acidente. O seguro de responsabilidade civil cobre esses tipos de danos, desde que o contratante (o segurado) esteja em dia com a apólice e que a cobertura para terceiros esteja ativa. Em alguns casos, também é possível acionar esse tipo de seguro em situações de danos corporais. É importante agir com rapidez. O ideal é iniciar o processo em até 72 horas após o ocorrido. Esse prazo não é fixo, mas atrasos podem dificultar a coleta de informações, análise da ocorrência e envio de documentos. A ausência de prazos formais, aliada à falta de orientação, é uma das causas mais comuns de perda de direito à indenização. Caso não tenha certeza se a situação em que você se encontra é passível de cobertura, é recomendável contar com apoio profissional para avaliação inicial, o que pode evitar tentativas frustradas e retrabalho. Quais documentos são exigidos pelo seguro Azul para terceiros? O envio correto da documentação é um dos pontos mais importantes para que o pedido de cobertura como terceiro seja analisado com sucesso. Muitos pedidos são recusados por simples erros de envio, documentos ilegíveis ou informações inconsistentes. Abaixo estão os documentos mais frequentemente exigidos: Para pessoas físicas: Para empresas: Todos os arquivos devem estar legíveis e, de preferência, digitalizados com boa qualidade. Fotos em baixa resolução, PDFs incompletos ou dados divergentes podem atrasar a análise. Caso tenha dúvidas sobre quais documentos realmente se aplicam ao seu caso, vale buscar
Consórcio de SUV: encontre o plano que melhor se encaixa!
O consórcio de SUV é ideal para quem busca liberdade e economia. Veja como escolher o melhor plano com segurança. O consórcio de SUV é uma forma de comprar um veículo sem pagar juros altos, com planejamento e poder de escolha. Só no ano de 2024, mais de 11 milhões de pessoas ativos participaram de consórcios no Brasil, e o segmento de veículos leves respondeu por quase metade desse total, mostrando que milhares de brasileiros veem nessa opção uma alternativa ao financiamento tradicional. Você também já se perguntou se é possível conquistar seu SUV sem se endividar com juros? Segundo especialistas do setor, o consórcio cresce porque ele libera crédito sem juros, cobrando apenas taxa de administração, o que torna a compra mais previsível ao longo do tempo. Milhares de usuários já aderiram a essa solução e cada vez mais chegam. Não perca esta oportunidade de entender como o consórcio de SUV funciona e como ele pode ajudar você a planejar a compra do seu próximo carro. A seguir, vamos explicar passo a passo, com exemplos reais e perguntas que muitos compradores fazem antes de decidir. O que é consórcio de SUV e como ele funciona? Consórcio de SUV é um grupo de pessoas que se unem para comprar um veículo sem juros altos. Cada pessoa paga parcelas mensais para formar um fundo comum. Esse fundo serve para comprar os SUVs dos participantes. O consórcio funciona assim: cada mês, o grupo reúne o dinheiro de todos. Uma ou mais pessoas são escolhidas para usar a carta de crédito e comprar o veículo. Essa escolha pode acontecer por meio de sorteio ou oferta de lance. A carta de crédito é o valor que você recebe para comprar o seu SUV. Ela tem o mesmo poder de compra do valor do veículo. Por exemplo, se a carta de crédito for de R$ 140 mil, você pode usar esse valor para comprar um SUV que custe até esse preço. O consorciado que é contemplado pode escolher qualquer modelo dentro do valor da carta. Veja Também: A lógica do grupo de consorciados é simples: cada participante contribui com parte do valor total a cada mês. O dinheiro fica reunido até que todos tenham sido contemplados, ou até que o grupo seja encerrado. A carta de crédito permite comprar o SUV à vista com o dinheiro do grupo. O consórcio é uma forma coletiva de comprar um veículo sem juros, pagando apenas a taxa de administração. Especialistas em finanças apontam que essa forma tende a ter custo menor do que um financiamento tradicional, desde que o participante esteja preparado para pagar as parcelas até ser contemplado ou até o fim do plano. Consórcio SUV ou outras formas de compra: qual a diferença? Quando você quer comprar um SUV, existem diferentes caminhos. Os mais comuns são consórcio, financiamento e leasing. Cada um tem custos e regras diferentes. No financiamento, o banco empresta o valor para comprar o SUV. Você paga o valor emprestado com juros. Os juros podem variar de acordo com o seu score de crédito. Isso pode fazer o custo final ser muito maior do que o valor do carro. No leasing, você usa o veículo por um tempo e, no fim, pode comprar ou devolver o SUV. Ainda assim, há juros e custos que podem se acumular, dependendo do plano. No consórcio, não há juros. Você paga uma taxa de administração para a empresa que organiza o grupo. Essa taxa é usada para gerir o grupo e pagar as cartas de crédito. A ausência de juros pode reduzir o custo total do plano, se comparado ao financiamento. Vamos imaginar dois cenários: A decisão depende do seu objetivo: Especialistas em crédito automotivo observam que o consórcio pode ser uma opção mais acessível para quem quer organizar as finanças antes de comprar um veículo caro, como um SUV. Por isso, entender a diferença entre essas formas ajuda você a decidir com mais segurança. Vantagens do consórcio de SUV para quem quer comprar um carro O consórcio de SUV oferece vantagens claras quando comparado com outras formas de compra. Vamos discutir as mais importantes e explicar por que muitos compradores consideram essa opção. Economia financeira A principal vantagem do consórcio é a ausência de juros. Em um financiamento, você paga juros sobre o valor do veículo. Esses juros podem aumentar bastante o total que você paga no final. No consórcio, você paga apenas a taxa de administração e, às vezes, um fundo de reserva. Isso pode reduzir o gasto total ao longo do tempo, tornando o processo mais econômico. Planejamento financeiro com parcelas previsíveis No consórcio, as parcelas são fixas ou seguem um padrão definido no contrato. Isso ajuda você a planejar o orçamento mensal com clareza. Você sabe quanto irá pagar e pode organizar suas despesas sem surpresas. Essa previsibilidade é útil para quem quer evitar apertos nas finanças enquanto se prepara para comprar um veículo de alto valor como um SUV. Liberdade para escolher o modelo ao ser contemplado Ao ser contemplado, você recebe a carta de crédito, que é o valor disponível para comprar o SUV. Com essa carta, você pode escolher: Essa liberdade de escolha torna o consórcio uma opção flexível e atraente. Essas vantagens são relatadas por administradoras de consórcio e avaliadores de crédito como partes importantes na decisão de compra. Saber como cada benefício funciona ajuda você a entender se o consórcio é a melhor alternativa para adquirir um SUV. Contemplação, lances e grupos no consórcio para SUV Quem busca um consórcio SUV costuma ter perguntas importantes antes de decidir. A seguir, respondemos sobre contemplação, lances e grupos, três das principais. O que significa ser contemplado? Ser contemplado é quando você recebe o direito de usar a carta de crédito. Isso pode acontecer de duas formas: A contemplação permite que você compre seu SUV com o valor definido em contrato. A carta de crédito tem poder de compra à vista, o que dá mais margem para negociação. Como funciona
Com seguro Azul pago franquia a terceiros? Saiba agora
Se você tem se perguntado “com seguro Azul pago franquia a terceiros?”, chegou ao lugar certo. Nesse conteúdo, respondemos diretamente! Com seguro Azul pago franquia a terceiros ou não? Essa é uma dúvida comum entre motoristas que passaram por um acidente e não sabem exatamente quem arca com os custos. Se você já fez essa pergunta, não está sozinho. Todos os meses, mais de 1.900 pessoas pesquisam por esse termo no Google, buscando entender seus direitos e obrigações em situações de sinistro com terceiros envolvidos. Você também já se questionou sobre isso? A cobrança da franquia pode gerar confusão, principalmente quando há outro veículo na história. Afinal, se a culpa foi sua, o que acontece com o conserto do carro do outro motorista? Você precisa pagar alguma coisa? O seguro cobre tudo? No nosso “papo de franquia” de hoje, vamos esclarecer de forma clara, prática e definitiva como funciona a franquia em casos com terceiros no seguro da Azul, usando exemplos reais, regras da seguradora e perguntas que clientes fazem com frequência. Continue lendo e evite decisões erradas no momento mais delicado: o pós-acidente. Como funciona a franquia no seguro auto da Azul? A franquia é um valor fixo que o segurado paga em caso de sinistro com o próprio veículo. É aplicada quando há danos parciais, como colisões, e o conserto é feito pelo seguro. A Azul define esse valor no momento da contratação da apólice. Por exemplo, se a franquia for de R$ 1.200 e o custo do reparo for R$ 5.000, o cliente paga R$ 1.200 e a seguradora cobre o restante. Mas se o reparo for menor que a franquia, o custo é todo do cliente — o seguro não é acionado. A franquia só se aplica a consertos do seu carro. Isso é importante: franquia não se aplica para consertos do carro de terceiros. Qual a diferença entre franquia e cobertura? Muita gente confunde. A franquia é o valor que você paga para acionar o seguro. A cobertura é o que o seguro oferece como proteção: colisão, incêndio, roubo, danos a terceiros, entre outros. A compreensão dessa diferença evita surpresas no momento do sinistro. Quando o segurado paga a franquia? A franquia é cobrada apenas quando o sinistro envolve o carro do próprio segurado com danos parciais. Nos seguintes casos, a franquia é aplicada: Mas quando o dano é apenas ao carro de terceiros, outra regra se aplica. E é isso que vamos esclarecer no próximo tópico. Para contratar o seu seguro agora e ficar coberto em caso de sinistro, use o nosso cotador de seguros auto! Com seguro Azul pago franquia a terceiros, sim ou não? Não. A franquia não é paga para consertar o carro de terceiros. Se você colidiu com outro veículo e foi o responsável, a Azul cobre os danos do terceiro sem cobrar a franquia do segurado. A franquia só entra quando há conserto no seu próprio carro. Vamos a um exemplo direto: Agora, se ambos os carros sofrem danos: Essa é uma dúvida comum. Segundo dados da SUSEP, mais de 50% dos sinistros registrados em 2023 envolveram veículos de terceiros — e muitos motoristas ainda acreditam que precisarão pagar franquia nesses casos. Resumo direto: O que é seguro para terceiros e por que isso importa? Conforme citado anteriormente, o seguro para terceiros é chamado de RCF-V – Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos. Ele serve para cobrir danos materiais ou corporais causados a outras pessoas quando você é o responsável pelo acidente. Quem é o “terceiro” em um acidente? Terceiro é qualquer pessoa afetada pelo acidente, que não seja o segurado ou alguém da mesma residência. Pode ser: O que o seguro de terceiros cobre? • Conserto do veículo de terceiros• Danos em propriedades alheias (portões, muros, postes)• Custos médicos em caso de lesão corporal A cobertura tem um limite definido na apólice. Se os danos ultrapassam esse valor, o segurado arca com o restante do prejuízo. Por que essa cobertura é essencial? Porque dirigir sem seguro de terceiros é um risco financeiro elevado. Um único acidente pode gerar custos superiores a R$ 20 mil, especialmente se houver mais de um carro ou vítima envolvida. Segundo a CNseg, em 2023, o seguro de terceiros representou 27% das ativações de cobertura, o que demonstra sua importância no dia a dia. Diferença entre franquia para seu próprio veículo e franquia para terceiros A franquia é um custo que o segurado assume quando aciona o seguro para reparar o próprio carro. Essa cobrança não se aplica quando o dano atinge um terceiro. Franquia do seu veículo: Você paga a franquia quando o seu carro sofre danos parciais e você deseja consertá-lo com o auxílio do seguro. Se o veículo for considerado perda total, não há pagamento de franquia. Franquia em caso de terceiros: A cobertura para terceiros cobre os prejuízos causados a outras pessoas. Quando você bate em outro carro, e o erro foi seu, o seguro cobre os custos dos danos do outro veículo, mas não exige que você pague franquia para isso. Na prática: Essa distinção é essencial para entender quando você realmente precisa pagar algo após um acidente. Exemplos reais de sinistros com terceiros e quem paga o quê Situações práticas ajudam a visualizar quando a franquia se aplica ou não. Veja três cenários comuns que ocorrem nas ruas. Batida leve com terceiro: Você acerta o para-choque de outro carro ao estacionar. Seu carro não teve danos. O conserto do carro do outro motorista será pago pela cobertura para terceiros. Você não pagará franquia. Colisão com danos materiais nos dois veículos: Você causa um acidente em um cruzamento. Seu carro e o do outro motorista ficam danificados. O seguro cobre os dois reparos. Você pagará franquia apenas pelo conserto do seu carro. O carro do terceiro será consertado pela seguradora sem que você precise arcar com qualquer franquia adicional. Acidente com lesão corporal: Você atinge um motociclista e ele precisa de atendimento médico. A cobertura para terceiros cobre os
Quanto custa o consórcio do SUV compacto completo da Renault?
Confira quanto custa o consórcio do SUV compacto completo da Renault com simulação, explicação das taxas e orientação de escolha. “Quanto custa o consórcio do SUV compacto completo da Renault?” é uma pergunta que muitos brasileiros fazem antes de decidir comprar um veículo. Segundo dados da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), mais de 3,5 milhões de consórcios ativos no Brasil têm como objetivo a compra de automóveis. Isso mostra que milhares de usuários já confiam nesse método para planejar a compra do seu carro. Você também já se perguntou quanto pode sair um consórcio de um SUV compacto completo da Renault? Quanto você pagará por mês? Quanto custa no total? Essas dúvidas são comuns, principalmente quando o objetivo é controlar gastos e evitar juros altos. Não perca esta oportunidade de entender isso de forma clara. Neste artigo, você verá valores estimados, exemplos de parcelas, taxas envolvidas e o que considerar antes de escolher um plano. Aqui você encontrará respostas diretas, sem rodeios. Vamos começar? Quais modelos de SUV compacto da Renault podem ser incluídos em consórcios? Muitos compradores optam pelo consórcio ao planejar a compra de um SUV compacto da Renault. O consórcio permite usar o crédito para adquirir diferentes versões desses veículos. Os modelos da marca francesa mais comuns que podem ser incluídos em grupos de consórcio são: Renault Kiger Este SUV compacto tem design moderno e consumo equilibrado. O preço médio de mercado pode variar de acordo com versão e equipamentos, e pode ser consultado na tabela FIPE, que é a referência oficial para valores de carros no Brasil. Renault Captur O Captur aparece na tabela FIPE com valores médios que começam na faixa de cem mil reais, dependendo da versão. Esse valor médio de mercado serve de base para definir o crédito do consórcio e estimar parcelas. Renault Duster Entre os SUVs compactos disponíveis, o Duster destaca‑se pela popularidade. A Tabela FIPE mostra que os valores médios de mercado variam conforme versão e equipagem. Esses valores ajudam a estimar o crédito necessário para o consórcio. A tabela FIPE é a base para valores médios de mercado e é usada por administradoras de consórcio como referência para crédito e simulação. Mas afinal, quanto custa o consórcio do SUV compacto completo da Renault? Entender quanto custa um consórcio para um SUV completo da Renault exige olhar além do valor mensal divulgado por anúncios. O custo de um consórcio inclui a soma de parcelas, taxas administrativas, fundo de reserva e o tempo até a contemplação. Tudo isso varia conforme o modelo do veículo e o prazo de pagamento. A Renault oferece diversas opções de SUV compacto, e o valor do consórcio depende do crédito necessário para cada modelo. O Renault Kiger, o Captur e o Duster têm faixas de preço distintas, o que afeta diretamente o valor do plano. Para facilitar a compreensão, veja uma simulação com valores estimados de crédito e parcelas médias, considerando uma taxa administrativa de 18% embutida nas parcelas e prazos de 48, 60 e 84 meses. Essa taxa pode variar conforme a administradora. Estimativa de custo total do consórcio por modelo Modelo Crédito estimado (R$) Prazo (meses) Parcela média (R$) Custo total (R$) Kiger completo 100.000 48 3.000 144.000 60 2.500 150.000 84 2.000 168.000 Captur completo 130.000 48 3.900 187.200 60 3.250 195.000 84 2.600 218.400 Duster completo 120.000 48 3.600 172.800 60 3.000 180.000 84 2.400 201.600 * Essas estimativas são baseadas em administradoras de boa reputação, como Rodobens, Magalu Consórcios e BB Consórcios, por exemplo. O que esses números mostram? Essas estimativas mostram uma visão prática de como o custo total se comporta ao longo do tempo, ajudando o consumidor a tomar uma decisão com base no seu orçamento. Decidiu fazer um consórcio, para veículo da Renault ou qualquer outro? Então, conte com a gente! Parcelas mensais: exemplos práticos para SUVs da Renault A decisão de entrar em um consórcio costuma começar pela dúvida mais comum: quanto vou pagar por mês? Embora esse valor dependa de variáveis como modelo escolhido, prazo e administradora, é possível visualizar as diferenças entre prazos com exemplos claros. Quanto maior o prazo, menor é a parcela. Mas isso também significa mais tempo até a contemplação (caso não haja lance) e um custo total mais elevado. Para ajudar o leitor a entender o impacto disso no orçamento, veja a comparação entre os modelos Renault mais buscados, com créditos médios de mercado. Comparativo de parcelas mensais estimadas por prazo Modelo Renault 48 meses (R$) 60 meses (R$) 84 meses (R$) Kiger completo 3.000 2.500 2.000 Captur completo 3.900 3.250 2.600 Duster completo 3.600 3.000 2.400 Como interpretar esses valores: Esse tipo de comparação ajuda quem está planejando um consórcio a entender exatamente o que cabe no seu bolso e o que esperar a cada etapa. Escolher o prazo certo é tão importante quanto escolher o modelo do carro. Por que escolher um consórcio para um SUV compacto completo da Renault? Ao considerar a compra de um SUV compacto da Renault, muitos consumidores comparam consórcio e financiamento. Ambos têm o mesmo objetivo: facilitar a aquisição do veículo. Mas os caminhos são diferentes. O consórcio não cobra juros. Isso significa que, ao final do pagamento, o valor quitado está mais próximo do valor de mercado do carro. Já o financiamento inclui juros compostos, que elevam significativamente o custo total. Por exemplo: em um financiamento de 60 meses com juros de 1,3% ao mês, o custo total pode ser até 40% maior que o valor financiado. No consórcio, o valor pago costuma crescer apenas pelo acréscimo da taxa de administração e fundo de reserva. Outro ponto relevante é o controle financeiro. O consórcio exige planejamento, pois não garante entrega imediata do carro. Em compensação, ajuda o comprador a manter uma disciplina de pagamento e evita o endividamento com crédito rotativo. Além disso, o consórcio permite flexibilidade. É possível escolher o valor da carta, o modelo do carro no momento da contemplação e até mesmo usar o crédito para veículos
A Azul Seguros cobre enchente? Entenda quando há cobertura
Veja se a Azul Seguros cobre enchente e em quais situações. Saiba o que pode ser negado, como comprovar danos e como abrir o sinistro. “A Azul Seguros cobre enchente?” é uma dúvida comum de motoristas e proprietários de veículos em todo o Brasil. Em 2025, mais de 20 milhões de pessoas foram afetadas por enchentes em áreas urbanas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) — e muitos desses motoristas não sabiam se o seguro cobriria os danos causados pela água. Você também já enfrentou essa preocupação? Se sim, não está sozinho. Segundo especialistas em seguros automotivos, a cobertura de alagamento é um dos principais motivos pelos quais consumidores escolhem uma apólice específica. Milhares de usuários já acionaram essa proteção após chuvas intensas e ficaram mais tranquilos ao saber que tinham respaldo. Mas vamos direto à resposta: sim, a Azul Seguros pode cobrir danos causados por enchente, desde que certas condições da apólice sejam atendidas. Antes de explicar como isso funciona, é importante entender o que a cobertura de enchente inclui, quando ela vale e como você pode acioná‑la quando precisar. Não perca esta oportunidade de entender de forma clara e objetiva o que sua apólice cobre de verdade e como agir quando o imprevisto acontecer. A Azul Seguros cobre enchente? Entenda o que isso significa A Azul Seguros cobre enchente em determinadas situações, desde que o evento seja enquadrado como sinistro coberto na apólice. Mas antes de saber quando a seguradora paga ou não, é essencial entender o que o termo “enchente” representa para o seguro de carro. Enchente, também chamada de alagamento em algumas regiões, ocorre quando vias urbanas, garagens ou ruas ficam inundadas por causa de chuvas fortes, transbordamento de rios ou falhas em sistemas de drenagem. Segundo dados do INMET, o Brasil registrou mais de 16 mil alertas de alagamento entre janeiro e dezembro de 2023. No contexto do seguro auto, um sinistro por enchente é quando o veículo sofre danos diretos causados pela água. Isso pode ocorrer com o carro parado ou em movimento, e envolve situações como: Mas atenção: nem toda situação envolvendo água é automaticamente coberta. A análise depende do que está previsto na apólice. Quando a Azul Seguros cobre enchente e quando não cobre? A Azul Seguros cobre enchente quando o veículo sofre danos causados diretamente pela água, e a cobertura compreensiva está contratada na apólice. Esse é o tipo de seguro que inclui proteção contra fenômenos da natureza, como alagamentos, tempestades e queda de árvores. Quando cobre: Quando não cobre: Exemplo prático: Imagine que seu carro estava estacionado na garagem do prédio e, após uma chuva intensa, o nível da água subiu e atingiu o motor. Nesse caso, a Azul pode cobrir os danos. Agora, se o motorista viu a rua alagada e decidiu avançar, e o carro parou no meio da água, a seguradora pode recusar o pagamento com base em negligência. Quais danos são cobertos pela Azul Seguros em enchentes? A cobertura de enchente da Azul Seguros, quando válida, pode incluir diversos tipos de danos. A seguir, veja os principais: Danos geralmente cobertos: Importante: cláusula de higienização Em muitos casos, a Azul oferece uma cláusula adicional chamada Cláusula de Higienização, que cobre a limpeza interna do veículo após alagamento, mesmo que os danos não justifiquem reparos mecânicos. Essa cláusula não é obrigatória e pode variar por plano. Dica prática: Sempre consulte as Condições Gerais da apólice do seu seguro para verificar se essa cláusula está incluída. Franquia: quanto você paga ao acionar a cobertura de enchente Quando você aciona o seguro por enchente, precisa pagar a franquia — um valor fixo previsto no contrato. A seguradora cobre o restante dos custos que ultrapassarem esse valor. Exemplo prático: Se o conserto do seu carro após enchente custar R$ 8.000 e sua franquia for de R$ 2.000, você paga os R$ 2.000 e a seguradora cobre os R$ 6.000 restantes. Atenção: Se os danos forem menores que a franquia, o seguro não será acionado e todos os custos ficam por sua conta. Valores aproximados de franquia: Modelo do veículo Valor do seguro (R$) Franquia média (R$) Quando vale acionar Hyundai HB20 2020 3.200 1.200 Consertos acima de R$ 1.200 Fiat Argo 2022 3.500 1.400 Consertos acima de R$ 1.400 Toyota Corolla 2018 4.800 1.900 Consertos acima de R$ 1.900 Volkswagen T‑Cross 2021 5.200 2.100 Consertos acima de R$ 2.100 * Esses valores são apenas ilustrativos. Consulte seu contrato ou corretor para saber a franquia exata. Como acionar o seguro da Azul após enchente ou alagamento? Se seu carro foi afetado por uma enchente, o ideal é agir rápido. Veja o passo a passo para acionar a Azul Seguros: Passo a passo prático: Dica útil: Guarde notas fiscais e qualquer comprovante relacionado ao evento. Documentos necessários para o sinistro de alagamento na Azul Seguros A documentação varia conforme o tipo de proprietário do veículo. Abaixo, veja a lista atualizada para agilizar seu processo de sinistro: Se o veículo está em seu nome (particular): Se o veículo é financiado: Se o veículo é de leasing (banco): Empresas (pessoa jurídica): Não espere o seu carro ser atingido por uma enchente para contratar um seguro auto! Proteja-se com a ajuda da AEM Corretora de Seguros! Quanto tempo leva para receber o valor do seguro por enchente? O prazo para pagamento do seguro após um sinistro por enchente pode variar conforme o caso. Em geral, a Azul Seguros libera a indenização entre 5 e 30 dias úteis após o recebimento de toda a documentação exigida e a realização da vistoria. Fatores que afetam o prazo de pagamento: Caso o sinistro seja considerado perda total, o prazo tende a ser mais rápido, desde que toda a documentação esteja correta. Já em situações em que é necessário orçar reparos ou envolver terceiros (como bancos em contratos de leasing), o tempo pode se estender. Dica importante: a contagem de prazo só começa após o envio de todos os documentos exigidos pela seguradora. Se houver pendências, o processo
Saiba quanto fica a parcela de um consórcio de 200 mil
Simule e entenda quanto fica a parcela de um consórcio de 200 mil. Veja planos e valores atualizados conforme as condições. Quanto fica a parcela de um consórcio de 200 mil? Essa é uma dúvida comum para quem quer planejar a compra de um imóvel ou investir com disciplina, sem pagar juros altos. Mas será que existe uma resposta direta? Ou tudo depende do plano escolhido? Segundo a ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), o setor registrou mais de 10,5 milhões de participantes ativos em 2023 — e boa parte buscava cartas de crédito próximas a R$200 mil. Com o aumento do interesse, também crescem as opções de planos, prazos e taxas. Por isso, saber exatamente quanto você vai pagar por mês em um consórcio de 200 mil se tornou essencial para tomar uma decisão segura. Você já tentou simular, mas ficou confuso com as variações nas parcelas? Ou ficou em dúvida sobre qual plano vale mais a pena? Então continue lendo: aqui você vai ver valores reais, exemplos claros, vantagens e riscos, tudo com explicação objetiva. Não tome essa decisão no escuro. Veja o que realmente muda no valor da parcela, conheça os tipos de plano e evite armadilhas comuns. Milhares de pessoas já descobriram como pagar menos e conquistar sua carta com mais agilidade. Agora é a sua vez. Quanto fica a parcela de um consórcio de 200 mil? O valor da parcela de um consórcio de 200 mil depende diretamente do prazo escolhido, da taxa de administração da empresa e do modelo de plano contratado. Quanto maior o prazo, menor tende a ser o valor da parcela mensal. Porém, o custo total do consórcio pode aumentar. Abaixo estão simulações reais baseadas em dados públicos fornecidos por administradoras como Sicredi, Magalu e Itaú. Simulação de parcelas para consórcio de R$200.000 Administradora Taxa Adm. (%) 60 meses 80 meses 100 meses 120 meses Sicredi 16% R$ 4.100 R$ 3.070 R$ 2.540 R$ 2.060 Itaú 17% R$ 4.140 R$ 3.100 R$ 2.580 R$ 2.090 Magalu 18% R$ 4.180 R$ 3.140 R$ 2.610 R$ 2.110 Embracon 20% R$ 4.220 R$ 3.180 R$ 2.660 R$ 2.150 Esses valores são estimativas que já incluem a taxa de administração, sem considerar reajustes, fundo de reserva ou seguros adicionais. O que esses números revelam? As diferenças entre administradoras, embora pareçam pequenas mensalmente, geram uma diferença considerável no valor final. Um consórcio de 200 mil com taxa de 16% pode sair R$6.000 mais barato do que outro com taxa de 18%, mesmo com prazos e condições semelhantes. Se você deseja pagar menos no total, escolha prazos menores e administradoras com taxas mais baixas. Se precisa de parcelas mais acessíveis, prazos maiores ajudam no planejamento mensal. O que influencia no valor da parcela de um consórcio? Ao contratar um consórcio de 200 mil, vários fatores interferem no valor da parcela. Entender esses elementos evita surpresas e ajuda a tomar uma decisão mais consciente. 1. Taxa de administração Essa taxa remunera a administradora pela gestão do grupo. É aplicada sobre o valor total da carta de crédito e diluída nas parcelas. Segundo a ABAC, a média nacional gira em torno de 16% a 18% para consórcios de imóveis e veículos. Exemplo prático: Se a taxa fosse 16%, o valor total cairia para R$232.000, uma diferença de R$4.000. 2. Fundo de reserva É um valor adicional destinado a cobrir inadimplência ou custos imprevistos no grupo. Costuma variar entre 1% e 3% do valor da carta e também é diluído nas parcelas. 3. Prazo de pagamento Quanto maior o prazo, menor a parcela. No entanto, o custo total final será mais alto. A taxa e o fundo continuam proporcionais ao valor da carta, independentemente da duração. Exemplo de impacto no valor final: Mesmo com parcela menor, o custo total é maior nos prazos longos. 4. Reajuste anual Alguns planos preveem reajustes com base em índices como IPCA ou INCC, o que afeta o valor das parcelas ao longo do tempo. Verifique se há essa cláusula no contrato antes de assinar. Cote agora mesmo o seu consórcio, seja de qual valor for, com o nosso comparador gratuito e personalizado! Quais os tipos de plano para um consórcio de 200 mil? Existem diferentes modelos de plano disponíveis nas administradoras. Cada um tem características específicas e atende a perfis financeiros distintos. Plano Linear Neste modelo, as parcelas mantêm um valor constante ao longo do prazo, com reajuste anual, se previsto em contrato. É indicado para quem busca previsibilidade e controle no orçamento. Plano 50/50 Você paga metade das parcelas até a contemplação. A outra metade é paga após ser contemplado, com recursos próprios ou diluída nas parcelas restantes. Plano 75/25 Você paga 75% do valor da carta até ser contemplado. Os 25% restantes podem ser pagos à vista ou diluídos depois. Plano com parcela reduzida As parcelas iniciais são mais baixas. Após a contemplação, os valores aumentam até o fim do contrato. Comparativo entre os modelos Plano Parcela Inicial Estimada Valor Total Pago (aproximado) Linear R$2.400 R$240.000 a R$250.000 50/50 R$1.200 (antes) / R$2.400 (depois) R$245.000 a R$255.000 75/25 R$1.800 R$247.000 a R$257.000 Reduzida R$1.000 (antes) / R$2.600 (depois) R$255.000 a R$265.000 Esses valores são apenas estimativas e variam conforme as condições de cada grupo. Qual plano escolher? A escolha do melhor plano depende do seu perfil financeiro e dos seus objetivos. Se você busca controle, o plano linear é ideal. Se quer começar com parcelas menores, o 50/50 ou 75/25 podem ser boas opções. Antes de decidir, simule todos os cenários e leia com atenção as condições do contrato. A escolha certa depende mais do seu momento financeiro do que do valor da parcela em si. Como escolher o melhor plano de consórcio para seu perfil? Escolher o plano ideal de consórcio de 200 mil exige atenção ao seu perfil financeiro e às suas prioridades. Não existe um plano universalmente melhor, mas sim aquele que combina com a sua realidade. Abaixo, veja uma divisão clara por perfis e os modelos
Quanto fica a parcela de um consórcio de 150 mil? Veja aqui
Simulamos quanto fica a parcela de um consórcio de 150 mil. Compare parcelas e planos antes de tomar sua decisão. Quanto fica a parcela de um consórcio de 150 mil? Essa é uma pergunta comum para quem deseja realizar um sonho de forma planejada, sem juros de financiamento e com parcelas que cabem no bolso. Segundo dados da B3, o setor de consórcios fechou 2023 com mais de 11,5 milhões de participantes ativos no Brasil — um recorde histórico que mostra como o modelo tem crescido entre quem busca alternativas mais acessíveis de crédito. Se essas também são suas dúvidas, continue lendo. Vamos apresentar uma visão clara, direta e comparativa, com base nos planos disponíveis no mercado. Sem enrolação, sem promessas vagas — só o que realmente importa para sua decisão. No final, você poderá comparar diferentes tipos de planos com simulações práticas e descobrir qual modelo é mais vantajoso para você. Quanto fica a parcela de um consórcio de 150 mil? O valor da parcela de um consórcio veicular de R$150.000 depende da administradora, do prazo e da taxa de administração. Abaixo está uma comparação com dados disponíveis em simuladores e páginas oficiais das administradoras. Comparativo – Parcelas estimadas para consórcio de R$150.000 Administradora Taxa Adm. (%) 60 meses (R$) 80 meses (R$) 100 meses (R$) 120 meses (R$) Custo Total (R$)¹ Porto 15% 3.050 2.300 1.860 1.580 183.000 a 189.600 Sicredi 16% 3.080 2.330 1.890 1.610 184.800 a 193.200 Itaú 17% 3.120 2.370 1.930 1.645 187.200 a 197.400 Magalu 18% 3.170 2.410 1.980 1.690 190.200 a 202.800 Embracon 20% 3.210 2.470 2.050 1.730 192.600 a 207.600 Notas importantes sobre a tabela: Como interpretar esses dados Consórcios com taxas mais baixas e prazos maiores oferecem parcelas menores, mas implicam em custo total mais alto. Já prazos menores reduzem o valor final, mas exigem maior comprometimento mensal. Por exemplo: Se o seu objetivo é pagar menos ao final do plano, opte por prazos mais curtos e administradoras com taxa inferior a 17%. Se a sua prioridade for reduzir o valor mensal da parcela, prazos maiores oferecem mais flexibilidade. Você também pode considerar oferecer lances livres ou embutidos para antecipar a contemplação, reduzindo o tempo de espera sem precisar quitar todo o plano. Faça agora mesmo a cotação do seu consórcio, seja de R$ 150 mil, menos ou até mais! O que influencia no valor da parcela de um consórcio? O valor da parcela de um consórcio de automóveis depende de fatores específicos que impactam diretamente o custo mensal e total do plano. Entender esses elementos ajuda você a escolher com mais segurança e a evitar surpresas ao longo do contrato. 1. Taxa de administração A taxa de administração é o principal fator que impacta o valor da parcela além da carta de crédito. Ela representa a remuneração da administradora pela gestão do grupo de consórcio. No setor de veículos, a taxa costuma variar entre 15% e 20% do valor total da carta. Segundo a ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), a média de taxa de administração para consórcios veiculares gira em torno de 17%. Se a taxa fosse de 12%, o custo total cairia para R$168.000, com parcelas de cerca de R$1.680 — uma diferença de mais de R$7.000 ao final do plano. 2. Fundo de reserva O fundo de reserva é uma quantia adicional que garante estabilidade ao grupo em casos de inadimplência. Ele é obrigatório em muitos contratos e costuma variar entre 1% e 3% da carta de crédito. Esse valor é diluído nas parcelas. Em um consórcio de R$150.000 com 1% de fundo de reserva, isso representa R$1.500 adicionais no custo total. 3. Prazo de pagamento Quanto maior o prazo, menor a parcela, mas maior o custo final. Isso acontece porque a taxa de administração e o fundo de reserva continuam proporcionais ao valor da carta, mesmo com o prazo estendido. Por isso, quem deseja pagar menos ao final do contrato deve considerar prazos mais curtos, se o orçamento permitir. 4. Tipo de plano escolhido Algumas administradoras oferecem planos com parcelas reduzidas no início, como os modelos 50/50 ou 75/25. Nesses casos, o valor inicial da parcela é menor, mas o pagamento final, após a contemplação, será mais alto. Essa escolha afeta o valor mensal e a previsibilidade das parcelas. Consórcio 150 mil automóveis: quais as opções disponíveis hoje? O consórcio de R$150 mil para compra de automóveis oferece diferentes modalidades, pensadas para perfis variados de compradores. A seguir, apresentamos as principais opções que você encontra hoje no mercado, com base em planos oferecidos por administradoras como Magalu, Itaú e Sicredi. Veículos novos, seminovos e blindados A carta de R$150 mil é ideal para: Cada administradora possui regras específicas para idade máxima do veículo. Geralmente: Tipos de plano oferecidos As principais modalidades de planos são: Plano linear Parcela com valor mais constante ao longo do tempo. Ideal para quem deseja previsibilidade no orçamento. Sofre reajuste anual conforme índice contratado (geralmente IPCA ou INPC). Plano 75/25 Você paga 75% do valor da carta até a contemplação. Os 25% restantes são pagos após ser contemplado ou à vista com recursos próprios. Plano 50/50 Parcelas iniciais mais baixas, pagando metade do valor total até a contemplação. Após ser sorteado ou ofertar lance vencedor, você quita os 50% restantes. Esses planos são úteis para quem não tem pressa em adquirir o veículo e quer começar com valores menores. Contemplação: sorteio ou lance A contemplação pode ocorrer de duas formas: Segundo dados da ABAC, mais de 60% das contemplações em grupos de veículos ocorrem por lance. Por isso, se você tem uma reserva, vale considerar a possibilidade de ofertar um valor maior no início para ser contemplado mais rápido. Consórcio de 150 mil que libera o valor em dinheiro: isso é possível? Sim, é possível utilizar o valor de um consórcio de 150 mil em dinheiro, mas isso depende de regras específicas e da finalidade autorizada pela administradora. O que a legislação permite? Segundo as regras da SUSEP (Superintendência de
Afinal, qual a diferença entre Porto Seguro e Azul Seguros?
Entenda agora qual a diferença entre Porto Seguro e Azul. Veja análise clara, coberturas, preços e o que mudou ao longo do tempo. Muita gente quer saber qual a diferença entre Porto Seguro e Azul. Essa é uma dúvida comum entre motoristas que buscam um seguro confiável, mas com preço justo. Segundo a CNseg, o setor de seguros de automóveis movimentou mais de R$ 52 bilhões em 2023 no Brasil — e a disputa entre marcas consolidadas é cada vez mais acirrada. Mas será que você sabe mesmo o que muda entre essas duas opções tão conhecidas? Qual delas oferece melhor custo-benefício? E qual atende melhor o seu perfil de uso? Milhares de segurados têm essa mesma dúvida, e escolher errado pode custar caro. Este conteúdo vai direto ao ponto: comparar as características reais, as diferenças práticas e os benefícios de cada plano. Se você está pensando em renovar ou contratar um seguro, este guia é essencial. As condições mudaram — e muitos detalhes não estão claros nos sites oficiais. Prepare-se para entender, com linguagem clara, o que realmente separa a Porto Seguro da Azul. Você está pronto para tomar uma decisão mais inteligente? Qual a diferença entre Porto Seguro e Azul Seguros? Porto Seguro e Azul Seguros fazem parte do mesmo grupo, mas têm propostas diferentes. A principal diferença está no posicionamento de mercado. A Porto Seguro foca em um público que busca um serviço mais completo e com benefícios adicionais. A Azul Seguros prioriza a simplicidade e o custo mais acessível. Enquanto a Porto oferece planos com coberturas amplas, serviços para residência, benefícios como carro reserva e assistência premium, a Azul trabalha com planos mais diretos, com foco em proteção essencial para o carro. Isso impacta no valor final da apólice e na experiência oferecida ao segurado. Se você quer um seguro com mais vantagens e serviços agregados, a Porto Seguro pode ser a escolha. Se a sua prioridade é economia, sem abrir mão da proteção básica, a Azul Seguros atende essa necessidade. Entenda a relação entre Porto Seguro e Azul Seguros A Azul Seguros é controlada pela Porto Seguro desde 2003. Apesar disso, as duas empresas operam com marcas e estruturas distintas. A Azul tem sede própria, sistemas próprios e gestão separada da Porto. Isso significa que, mesmo fazendo parte do mesmo grupo, os seguros da Azul não são uma versão reduzida da Porto, mas sim uma alternativa diferente. A proposta da Azul é atender motoristas que procuram um seguro mais enxuto, com foco em preço e agilidade na contratação. A existência de duas marcas permite que a Porto Seguro atenda perfis variados: a Porto cobre o segmento com maior poder aquisitivo e foco em benefícios adicionais, enquanto a Azul mira consumidores mais sensíveis a preço. Esse modelo de operação é comum em grandes grupos seguradores. O importante é que o cliente entenda que está contratando empresas diferentes, com propostas diferentes, ainda que ambas compartilhem a mesma base de confiança e infraestrutura de um grande grupo. Coberturas: o que cada uma oferece na prática? As coberturas da Porto Seguro e da Azul Seguros têm diferenças importantes. A Porto tende a incluir mais itens por padrão. A Azul, por outro lado, permite escolher pacotes mais simples, com contratação sob medida. Veja uma comparação clara entre as duas: Porto Seguro Auto – Coberturas Comuns: Azul Seguros – Coberturas Comuns (plano básico): Enquanto a Porto agrega mais coberturas logo no pacote inicial, a Azul permite que o cliente adicione conforme a necessidade. Essa diferença impacta diretamente no valor e na forma como cada produto se encaixa em perfis distintos. Ao escolher, é importante considerar: você quer conveniência e amplitude, ou apenas o essencial com menor custo? Qual o perfil ideal de cliente para cada seguradora? Porto Seguro e Azul Seguros atendem perfis diferentes de consumidores. A escolha correta depende do tipo de uso que você faz do carro, da sua rotina, do valor do veículo e do quanto está disposto a pagar por benefícios adicionais. Veja abaixo os perfis mais comuns para cada marca: Perfil ideal para a Porto Seguro Perfil ideal para a Azul Seguros Então, se você dirige pouco e quer só o básico, a Azul atende bem. Se depende do carro no dia a dia e quer proteção completa, a Porto pode fazer mais sentido. Quer saber se Azul ou Porto se encaixam melhor no seu perfil? Então simule agora com o nosso cotador exclusivo. Azul Seguros é mais barata do que a Porto Seguro? Sim, na maioria dos casos a Azul Seguros tem preços mais baixos do que a Porto. Isso ocorre porque seus planos oferecem menos coberturas incluídas por padrão. A lógica é simples: menos serviços, menor custo. Segundo dados publicados por empresas do setor, a diferença de preço médio entre as duas pode chegar a até 25%, dependendo do perfil do cliente. Em simulações práticas, é comum ver: Importante: O valor final da apólice depende de fatores como idade, CEP, modelo do veículo, histórico do condutor e forma de pagamento. Dica útil: Se o seguro ficou caro na Porto, vale pedir cotação na Azul. Em alguns casos, os dois valores são próximos — e aí você decide com base nas coberturas oferecidas. Atendimento e assistência: quem cuida melhor do cliente? A qualidade do atendimento é um fator decisivo na escolha de um seguro. Quando ocorre um sinistro, o suporte da seguradora precisa ser rápido, claro e eficiente. Porto Seguro e Azul Seguros têm perfis distintos nesse aspecto. Enquanto a Porto oferece uma experiência mais completa, a Azul aposta em um atendimento direto, com foco no essencial. A tabela abaixo apresenta dados reais dos últimos 6 meses segundo o Reclame Aqui, plataforma amplamente usada por consumidores para avaliar o pós-venda: Indicador Porto Seguro Azul Seguros Reclamações recebidas 5.189 1.322 Respostas às reclamações 88,3% 90,3% Reclamações aguardando resposta 536 111 Reclamações avaliadas 2.188 536 Nota média dos consumidores 5,99 5,93 Voltariam a fazer negócio 63,7% 64,3% Reclamações resolvidas 74% 78% Tempo médio de resposta 8
Qual seguradora é melhor Azul ou Tokio Marine? Veremos!
Quer saber qual seguradora é melhor Azul ou Tokio Marine? Comparamos tudo: cobertura, Reclame Aqui, prazos e planos ideais na atualidade. Veja! Qual seguradora é melhor Azul ou Tokio Marine? Essa é uma dúvida comum entre motoristas que buscam segurança, bom atendimento e um custo que caiba no bolso. Segundo dados do Reclame Aqui, um dos maiores sites de avaliação de produtos e serviços do mundo, só em 2023 foram registradas mais de 260 mil reclamações envolvendo seguradoras de automóveis no Brasil — um número que mostra o quanto a experiência do cliente ainda é um desafio no setor. Escolher mal pode custar caro, tanto em tempo quanto em prejuízo financeiro. Mas qual dessas duas seguradoras realmente entrega mais valor? Será que a Azul, pertencente ao grupo Porto, consegue se destacar em atendimento? Ou a Tokio Marine, com forte presença no mercado nacional, oferece mais cobertura pelo mesmo preço? Se você já se perguntou isso — ou pior, já contratou um seguro que te deixou na mão na hora do sinistro — então este guia é para você. Aqui, vamos direto ao ponto. Você vai ver comparações reais, baseadas em dados atualizados, perfil de condutores, tipos de coberturas e reputação no atendimento. Tudo para que você tome a melhor decisão possível, sem depender de opiniões vagas ou rankings genéricos. Não perca esta oportunidade de escolher com consciência e evitar arrependimentos futuros. Qual seguradora é melhor Azul ou Tokio Marine? Comparativo direto A dúvida sobre qual seguradora é melhor Azul ou Tokio Marine é frequente entre motoristas que desejam segurança, bom atendimento e cobertura eficiente no momento em que mais precisam. Embora ambas estejam entre as principais seguradoras do Brasil, há diferenças importantes que influenciam na escolha. Para facilitar a decisão, este comparativo apresenta dados reais e atualizados. Os critérios foram selecionados com base nas dúvidas mais comuns de quem contrata seguros: preço, tipo de cobertura, reputação, tempo de resposta e experiência prática dos usuários. O objetivo aqui é simples: oferecer uma visão direta e comparativa para que você entenda qual das duas faz mais sentido para o seu perfil e suas necessidades. Azul Seguros vs Tokio Marine Critério Azul Seguros Tokio Marine Tipos de cobertura Básico, completo e plano Plus Essencial, completo e plano VIP Faixa de preço mensal estimada R$ 160 a R$ 340 R$ 210 a R$ 420 Franquia média R$ 2.700 a R$ 3.000 R$ 2.400 a R$ 2.800 Carro reserva Incluso a partir do plano completo Incluso em todos os planos Assistência 24 horas Sim, com suporte da rede Porto Sim, com guincho ilimitado e plano técnico Cobertura para terceiros Sim, com limites ajustáveis Sim, com valores mais altos no plano VIP Tempo médio de indenização 9 dias e 18 horas 10 dias e 12 horas Esses dados foram compilados com base em informações dos sites oficiais das seguradoras, simulações reais e registros públicos de avaliação de atendimento ao consumidor, como o portal Reclame Aqui. É importante destacar que valores e prazos podem variar conforme o perfil do condutor, o tipo do veículo, localidade e histórico de sinistros. Por isso, os números acima devem ser considerados como uma média de mercado para referência inicial. Análise comparativa Ambas as seguradoras apresentam pontos fortes. A Azul Seguros se destaca por oferecer preços mais acessíveis e planos com boa cobertura básica. Já a Tokio Marine apresenta diferenciais técnicos importantes em seus planos mais completos, com maior atenção a detalhes como acessórios e itens originais de fábrica. No quesito atendimento, a Azul mantém um equilíbrio entre taxa de resolução e fidelidade dos clientes. A Tokio Marine, por sua vez, impressiona pela taxa de resposta quase total, o que mostra um comprometimento com a comunicação, mesmo com volume maior de solicitações. Compare agora Azul, Tokio e quantas outras seguradoras quiser no nosso cotador de seguros auto. Economia e confiança para você! Para quem a Azul Seguros é a melhor escolha? A Azul Seguros pode ser a melhor alternativa para quem procura um seguro objetivo, com preços mais acessíveis e um bom nível de atendimento. Sua proposta se destaca principalmente por oferecer planos funcionais, voltados ao essencial, com forte presença digital e suporte técnico confiável por meio do grupo Porto. A seguir, veja os perfis que melhor se encaixam nas vantagens oferecidas pela Azul Seguros: Condutores jovens com histórico de risco elevado Motoristas mais jovens costumam ter um custo mais alto em seguradoras tradicionais. A Azul, no entanto, oferece planos competitivos com valores ajustados para este perfil, principalmente quando combinados com veículos de menor valor de mercado. Além disso, seu processo de cotação online é simples, o que facilita a contratação para quem busca agilidade. Donos de veículos mais antigos ou de menor valor Para quem dirige um carro com mais de 10 anos de uso ou veículos que já não estão entre os mais visados, a Azul pode oferecer um seguro essencial com bom custo-benefício. Planos mais simples, com cobertura contra roubo e furto, podem ser suficientes em muitos casos. A Azul permite essa customização sem exigir a contratação de pacotes mais caros. Clientes que priorizam preço e objetividade A Azul Seguros se destaca quando o cliente busca uma contratação direta, sem muita burocracia, com preço competitivo e coberturas bem definidas. É uma opção válida para quem deseja manter o veículo protegido sem elevar demais o custo mensal. Além disso, sua conexão com a estrutura da Porto Seguro oferece acesso a uma rede de assistência já consolidada. Motoristas que preferem soluções digitais O processo de cotação, contratação e acompanhamento pode ser feito online, pelo aplicativo ou site da seguradora. Isso é uma vantagem para motoristas que valorizam autonomia na gestão do seguro, sem a necessidade de atendimento presencial ou longas chamadas telefônicas. A Azul atende bem quem deseja praticidade, controle de custos e agilidade. Não é, necessariamente, a melhor opção para quem busca planos sofisticados com cobertura ampliada, mas entrega eficiência e clareza em sua proposta. Quando a Tokio Marine pode ser mais vantajosa para você? A Tokio Marine é
Consórcio de hatch: esse investimento vale a pena?
Veja os principais erros ao escolher consórcio de hatch e aprenda como fazer uma compra consciente e econômica. O consórcio de hatch é uma opção cada vez mais buscada por quem deseja comprar um carro com economia, controle financeiro e sem pagar juros. Em 2025, mais de 8,6 milhões de brasileiros participavam de algum tipo de consórcio segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC). Mas será que essa é realmente a melhor escolha para você? Você está pensando em trocar de carro ou comprar seu primeiro veículo, mas não quer pagar taxas abusivas ou entrar em um financiamento que pesa no bolso? Já considerou um consórcio, mas não sabe por onde começar? Essa dúvida é mais comum do que parece. A boa notícia é que o consórcio de hatch pode oferecer uma alternativa sólida, especialmente se você busca um carro urbano, econômico e fácil de revender. Modelos como Onix, HB20 e Polo lideram a preferência dos brasileiros — e são justamente esses os mais contemplados por quem participa de grupos de consórcio voltados para hatches. Abaixo, você vai entender como o consórcio funciona, quais são os benefícios reais dessa modalidade para quem quer um hatch e o que observar para não cair em armadilhas. Vamos explorar simulações, comparações com financiamento, e os erros que você deve evitar antes de fechar contrato. Dica: Milhares de brasileiros já optaram por essa modalidade e conseguiram realizar a compra sem comprometer o orçamento. Você pode ser o próximo. O que significa consórcio de hatch e como funciona na prática? O consórcio de hatch é uma forma planejada de comprar um carro compacto, como Onix, HB20, Gol ou Argo, sem pagar juros. Em vez de financiar o veículo com parcelas que incluem taxas elevadas, você entra em um grupo com outras pessoas que têm o mesmo objetivo: comprar um carro. Cada participante paga mensalmente um valor acordado. Esse valor vai para um fundo comum. Todo mês, a administradora realiza uma assembleia e sorteia os contemplados, que recebem uma carta de crédito para comprar o carro desejado. Você também pode oferecer lances para antecipar sua contemplação, caso tenha dinheiro disponível para dar de entrada. Assim, o consórcio junta as vantagens de poupar em grupo, com a possibilidade de antecipar sua compra sem juros. Exemplo prático: Imagine que você queira um hatch de R$ 60 mil. Em um consórcio, você escolhe um plano de, por exemplo, 60 parcelas de R$ 1.100 (valores meramente ilustrativos). A cada mês, você concorre ao sorteio. Se for contemplado, pode comprar o carro antes mesmo de terminar de pagar todas as parcelas. Dica de confiança: Consulte sempre se a administradora do consórcio é autorizada pelo Banco Central do Brasil. Você pode verificar isso nesta página oficial do Bacen. Por que o hatch é o tipo de carro ideal para consórcio? O hatch é o tipo de carro mais escolhido por quem entra em consórcio. E isso tem bons motivos. Ele é compacto, econômico e fácil de manter — ideal para quem vive em grandes cidades ou está comprando seu primeiro carro. Economia no uso diário: Hatches são mais leves e têm motores menores, o que reduz o consumo de combustível. Segundo dados do INMETRO, modelos como o Onix e o HB20 chegam a fazer até 15 km/l na cidade, o que é excelente para quem dirige todos os dias. Manutenção e peças acessíveis: Por serem populares, esses carros têm peças baratas e fáceis de encontrar. Isso reduz o custo com manutenção ao longo do tempo. E se houver algum imprevisto, o reparo tende a ser mais rápido e barato. Menor valor de seguro: O hatch tem valor de seguro mais baixo em comparação com SUVs e sedãs. Isso é especialmente útil para motoristas jovens ou com pouco tempo de CNH. Boa revenda: Por terem alta procura, os hatches mantêm melhor valor de mercado. Isso facilita a revenda quando você quiser trocar de carro futuramente. Facilidade para estacionar e dirigir: Dimensões compactas tornam o carro mais fácil de estacionar, manobrar e circular em vias apertadas. Isso é uma vantagem clara em centros urbanos. Resumo: O hatch é prático, econômico e flexível. Quando somado à estratégia do consórcio, ele representa uma escolha inteligente para quem deseja comprar com planejamento e menos custos. Quais as vantagens de escolher consórcio para comprar um carro hatch? Comprar um carro hatch por meio de consórcio oferece vantagens claras em relação a outras formas de aquisição. A seguir, veja os principais benefícios que tornam essa alternativa tão atraente: 1. Sem juros Ao contrário do financiamento, o consórcio não cobra juros. O que você paga é a taxa de administração, que costuma ser muito menor do que as taxas bancárias. Isso faz com que o valor total pago ao final do plano seja bem mais acessível. 2. Planejamento financeiro Você define o valor da carta de crédito e escolhe um plano que cabe no seu orçamento mensal. Isso reduz o risco de inadimplência e facilita a organização das finanças pessoais. 3. Poder de compra à vista Quando você é contemplado, recebe uma carta de crédito que permite negociar o carro como se estivesse pagando à vista. Isso pode resultar em descontos na concessionária ou até em bônus em acessórios e documentação. 4. Possibilidade de antecipação Se você tiver uma reserva financeira, pode oferecer um lance para tentar ser contemplado mais rápido. Isso dá flexibilidade ao plano, permitindo que você adquira o carro antes do fim das parcelas. 5. Menos burocracia O processo de adesão ao consórcio é mais simples do que o financiamento. Como não envolve análise de crédito no início, ele é acessível para mais perfis de comprador. O consórcio de hatch une baixo custo total, flexibilidade de prazos, possibilidade de antecipação e economia real. Se o seu objetivo é comprar com consciência e sem pressa, essa pode ser a melhor escolha. Não perca mais tempo pensando. Contrate já o seu consórcio com quem entende e deixe o resto com a gente! Consórcio de hatch










